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	<title>Vozes | Cris Ruiz | Menções</title>
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	<description>Fluxo de actividade mencionando Cris Ruiz.</description>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/355/#acomment-356</link>
				<pubDate>Sun, 15 Jun 2025 17:08:02 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span><a href='https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/' rel="nofollow ugc">@cristianiruiz</a> você é maravilhosa! Nada como um chacoalhão para pararmos com mimo e valorizar o que realmente vale a pena!</span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/">Cris Ruiz</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>“Enquanto é tempo”

Quantas vezes deixamos de falar com alguém por um desentendimento pequeno, por orgulho, por uma expectativa não correspondida? Quantas vezes ignoramos os sentimentos de quem nos cerca, achando que sempre haverá um amanhã para resolver, para conversar, para pedir perdão?

A vida corre, e com ela, correm também as oportunidades. A verdade é que a gente não sabe quando será a última vez. Não sabemos quando aquele “depois eu falo com ela” vai se tornar um “nunca mais vou poder falar”.

É curioso — e triste — como, quando a morte chega, muitas pessoas passam a lembrar das qualidades, do carinho, dos momentos bons. As homenagens surgem, as lágrimas caem, as palavras que antes foram guardadas se tornam lamentos. Só que, então, é tarde demais.

Por que não demonstrar agora? Por que não perdoar enquanto ainda se pode abraçar? Por que não valorizar enquanto ainda se tem ao lado? O orgulho endurece corações, mas o arrependimento pesa para sempre.

Que a gente não espere a ausência para valorizar a presença. Que sejamos mais generosos, mais compreensivos, mais atentos aos sentimentos dos outros. Porque amar, respeitar e cuidar só têm sentido se for enquanto é tempo.</span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/media/87/">
						<div class="rtmedia-item-thumbnail">
							<img alt="IMG_4048" src="https://vozes.pt/wp-content/uploads/rtMedia/users/10/2025/05/IMG_4048-450x320.jpeg" />
						</div>
						<div class="rtmedia-item-title">
							<h4 title="IMG_4048">
								IMG_4048
							</h4>
						</div>
					</a></li></ul></div>			]]></content:encoded>
				
				
							</item>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/350/#acomment-351</link>
				<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 13:47:17 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span><a href='https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/' rel="nofollow ugc">@cristianiruiz</a> você tem visto e sentido com os próprios olhos a necessidade do Reino de Deus. Obrigada pelo seu coração tão entregue e sensível! Mesmo!</span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/">Cris Ruiz</a> publicou uma actualização Hoje pela manhã vi a necessidade de pessoas comprometidas com o serviço para nosso Deus e comecei a Refletir:  E se eu me dedicasse a Deus como me dedico às minhas coisas?

Todos os dias, acordamos com mil preocupações: contas a pagar, filhos, trabalho, nossa imagem diante das pessoas, até os detalhes da casa. Corremos o dia inteiro para dar conta de tudo. E, no fim, muitas vezes sobra tão pouco para Deus.

Mas e se a gente invertesse essa lógica?
E se a mesma intensidade que colocamos nos nossos projetos, colocássemos em conhecê-Lo? Em agradar o coração d’Ele?


Estamos tão preocupados com a nossa sobrevivência…

É verdade. Jesus mesmo disse em Mateus 6:31-33:

Portanto, não se preocupem, dizendo: Que vamos comer?’ ou Que vamos beber? ou Que vamos vestir? Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas.

A gente se perde tentando sobreviver, quando Deus quer que a gente viva de verdade.
Ele quer ser a nossa prioridade – e não só mais um item na agenda.

“E quanto às necessidades de Deus?”

Pode parecer estranho dizer que Deus tem “necessidades”, porque Ele é soberano, completo.
Mas Ele deseja algo: relacionamento.

Em João 4:23, Jesus disse:

Mas vem a hora, e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade.

O coração de Deus anseia por filhos que O amem de verdade, não por obrigação ou aparência.

“Fé fingida” ou fé viva?

Paulo fala sobre isso em 2 Timóteo 1:5:

Tenho lembrança da sua fé não fingida…

Será que temos vivido uma fé verdadeira ou apenas uma performance?
Será que buscamos a aprovação de Deus ou a dos homens?



Hoje, podemos parar e nos perguntar:
	•	O que está tomando o primeiro lugar no meu coração?
	•	Deus está recebendo o meu melhor tempo? Minha melhor energia?
	•	Tenho vivido para ser vista pelas pessoas, ou para agradar o Pai?

Conclusão
Que o nosso coração não esteja dividido.
Que possamos voltar ao lugar de entrega verdadeira.
Que a nossa fé seja viva, profunda, e não uma maquiagem bonita para redes sociais ou para impressionar os outros.

Porque o único olhar que realmente importa… é o d’Ele.			]]></content:encoded>
				
				
							</item>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/331/#acomment-333</link>
				<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 10:14:40 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Nossa! Que texto incrível, fiquei aqui pensando o quanto preciso evoluir nessa minha relação. Uma relação sem qualquer barreiras e que eu tenha a intimidade de correr para os Seus braços. <a href='https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/' rel="nofollow ugc">@cristianiruiz</a> este texto é confrontador e necessário!</span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/">Cris Ruiz</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>E se Deus aparecesse na sua frente agora, de braços abertos?

Qual seria a sua reação? Você correria para o abraço ou ficaria sem ação? Será que estamos realmente prontos para encontrá-Lo? Temos intimidade suficiente com Ele para correr sem medo, como um filho que se lança nos braços do Pai?

São tantas as perguntas que surgem no meu coração…

Mas acima de tudo, nasce um desejo: Deus, quero ter intimidade Contigo! Quero viver de tal forma que, quando esse momento chegar, meu coração não hesite. Que a cada dia eu consiga sentir o Teu abraço, ouvir a Tua voz e reconhecer que Tu és meu Pai, meu refúgio e meu lugar seguro.

Que possamos buscar essa intimidade diariamente, para que, quando Ele nos chamar, nossos pés não tremam e nosso coração não duvide.</span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/media/77/">
						<div class="rtmedia-item-thumbnail">
							<img alt="IMG_2882" src="https://vozes.pt/wp-content/uploads/rtMedia/users/10/2025/03/IMG_2882-450x320.jpeg" />
						</div>
						<div class="rtmedia-item-title">
							<h4 title="IMG_2882">
								IMG_2882
							</h4>
						</div>
					</a></li></ul></div>			]]></content:encoded>
				
				
							</item>
					<item>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/317/#acomment-328</link>
				<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 17:04:56 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span><a href='https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/' rel="nofollow ugc">@cristianiruiz</a> você já leu o texto da <a href='https://vozes.pt/members-2/monica-alves-escritora/' rel="nofollow ugc">@monica-alves-escritora</a> &#8220;A fórmula da juventude para as mulheres&#8221;? Está aqui na plataforma. Lê! Pois mexeu muito comigo. </span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cacaunano/">Claudia Nano</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>1 Coríntios 13:12
\"Porque agora vemos como em espelho, obscuramente; mas então veremos face a face; agora conheço em parte; mas então conhecerei como também sou conhecido.\"

Lendo 1 Coríntios 13, fiquei intrigada porque Paulo falou assim, pesquisei e na época de Paulo, os espelhos eram feitos de metal polido, e a imagem refletida neles era distorcida e imperfeita. Por isso, ele usou essa comparação para dizer que agora entendemos as coisas de forma limitada, como se víssemos um reflexo borrado. Só conheceremos tudo plenamente quando estivermos face a face com Deus.

Mas esse versículo também me ensina que, quanto mais nos aproximamos de Deus, mais clareza temos sobre quem realmente somos. Sem Ele, nossa visão sobre nós mesmos pode ser confusa e distorcida. Afinal, foi Deus quem nos criou, e só Ele nos conhece completamente.

No fim, ser completo só será alcançada na eternidade. Mas aqui e agora, buscar intimidade com Deus já nos ajuda a enxergar com mais verdade e menos confusão.</span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/cacaunano/media/76/">
						<div class="rtmedia-item-thumbnail">
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						</div>
						<div class="rtmedia-item-title">
							<h4 title="IMG_8047">
								IMG_8047
							</h4>
						</div>
					</a></li></ul></div>			]]></content:encoded>
				
				
							</item>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/291/#acomment-292</link>
				<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 00:13:59 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span><a href='https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/' rel="nofollow ugc">@cristianiruiz</a> várias vezes eu me sinto parada quando deveria agir. E olha que engraçado, também podemos ser aceleradas demais a ponto de querer ser mais rápidas que a escada rolante. Então, que haja equilíbrio… Que Deus nos direcione em tudo. Que possamos discernir quando ir ou quando parar. </span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/">Cris Ruiz</a> publicou uma actualização Eu costumo ser muito acelerada para fazer as coisas, mas as vezes parece que travo, hoje estava indo ao mercado e comecei a refletir , as esteiras e escadas rolantes foram feitas para facilitar a locomoção, mas muita gente simplesmente para nelas e deixa o fluxo levar. Assim acontece na vida também: muitas vezes esperamos que algo nos empurre na direção certa, em vez de tomarmos a iniciativa de caminhar por conta própria.

O desafio é perceber quando estamos apenas esperando e quando deveríamos estar nos movendo ativamente. Você sente que tem áreas na sua vida onde está parada na “esteira”, esperando ser levada?			]]></content:encoded>
				
				
							</item>
					<item>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/276/#acomment-278</link>
				<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 21:34:27 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span><a href='https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/' rel="nofollow ugc">@cristianiruiz</a> caminhar com Deus é mesmo viver no imprevisível. Tenho aprendido a render os meus dias a Deus, para que Ele faça a Sua vontade. Para que Ele também use todas as situações em favor de mim mesma e de outros. Obrigada por hoje me lembrar desse detalhe tão importante.  </span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/">Cris Ruiz</a> publicou uma actualização A Jornada da Vida e a Esperança no Milagre

A vida é uma sequência de dias imprevisíveis. Começamos uma manhã com a sensação de que tudo vai dar certo, mas, de repente, surge um problema que nos desestabiliza. O coração acelera, a mente se enche de dúvidas, e a esperança vacila. Procuramos uma solução, mas nada parece se encaixar.

Então, o dia passa. O que parecia impossível começa a parecer mais leve. A dor dá espaço para a coragem, e, por um momento, acreditamos que vamos superar. Mas a vida segue seu curso, e no dia seguinte, um novo obstáculo nos paralisa. O medo volta, a incerteza aperta, e a única coisa que podemos fazer é orar e esperar um milagre.

E é nesse momento de fragilidade que Deus age. Ele nos surpreende de formas inesperadas: através de uma palavra amiga, de um gesto simples, de uma oportunidade que aparece quando menos esperamos. Ele acende uma luz no caminho, nos mostrando que não estamos sozinhos.

Talvez a vida nunca seja feita apenas de dias tranquilos, mas podemos ter a certeza de que a cada dificuldade superada, estamos sendo fortalecidos. Porque, no fim, viver é isso: cair, levantar, sentir medo, confiar e seguir em frente. E a fé nos ensina que, mesmo quando tudo parece escuro, Deus sempre prepara um novo amanhecer.			]]></content:encoded>
				
				
							</item>
					<item>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/264/#acomment-268</link>
				<pubDate>Mon, 27 Jan 2025 16:44:10 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span><a href='https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/' rel="nofollow ugc">@cristianiruiz</a> que o Senhor nos capacite à passar pela prensa sem desistir, com a esperança de tudo o que Ele tem para nós com todas as situações. Eu quero sempre lembrar de que &#8220;Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito&#8221; (Romanos 8:28). </span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/">Cris Ruiz</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>O valor das prensas na nossa vida.
Sem prensar as azeitonas, não temos óleo; sem espremer as uvas, não temos vinho. Assim também é na nossa vida: se tudo fosse fácil, não entenderíamos o valor das nossas conquistas. Os desafios e sofrimentos que enfrentamos são, na verdade, ganhos preciosos, pois nos ensinam a enxergar o valor das coisas, mesmo nas situações mais simples.

Aprendemos que cada detalhe, por menor que pareça, carrega um significado profundo e merece ser valorizado. Por isso, é importante abraçar as dificuldades, sabendo que delas também brota aprendizado e crescimento, assim como do azeite e do vinho nasce algo puro e valioso.</span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/media/66/">
						<div class="rtmedia-item-thumbnail">
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						</div>
						<div class="rtmedia-item-title">
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							</h4>
						</div>
					</a></li></ul></div>			]]></content:encoded>
				
				
							</item>
					<item>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/257/#acomment-266</link>
				<pubDate>Mon, 27 Jan 2025 12:16:05 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span><a href='https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/' rel="nofollow ugc">@cristianiruiz</a> só precisamos entender que Deus tem propósitos específicos para cada uma de nós. Quando sabemos quem somos Nele, e conhecemos como Ele é, entendemos o quanto somos privilegiadas com o que nós temos. Obrigada, minha amiga.</span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/">Cris Ruiz</a> publicou uma actualização O coração em paz dá vida ao corpo, mas a inveja apodrece os ossos.” (Provérbios 14:30)

Esse versículo nos convida a refletir sobre o peso da inveja em nossas vidas. Enquanto a paz traz leveza e saúde, a inveja corrói, como algo que lentamente destrói tanto quem sente quanto quem é alvo dela.
A inveja nasce quando admiramos alguém, mas permitimos que esse sentimento se distorça, nos levando a desejar o que não é nosso. Ela nos rouba a paz e pode até contaminar as relações mais próximas, minando o amor e a confiança.
Devemos, com sabedoria, proteger nosso coração. Afastar-nos de pessoas que insistem em alimentar esse sentimento e, ao mesmo tempo, olhar para dentro de nós. Será que, em algum momento, também permitimos que a inveja nos desviasse da gratidão?
Deus nos chama a viver com um coração em paz, reconhecendo que Ele tem planos únicos para cada um de nós. Não precisamos desejar o que é do outro, porque tudo o que precisamos já está reservado em Seu tempo perfeito.

Que possamos buscar essa paz que vem de Deus, rejeitando a inveja e permitindo que o amor e a gratidão sejam o guia de nossos caminhos.			]]></content:encoded>
				
				
							</item>
					<item>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/235/#acomment-242</link>
				<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 11:29:43 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Que lindo! A sua oração é tão sincera que me lembrou David. Como o Senhora não fará? <a href='https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/' rel="nofollow ugc">@cristianiruiz</a> a sua trajetória é de intimidade. Ele te fortalecerá! </span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/">Cris Ruiz</a> publicou uma actualização Onde está a minha fé?
Por que duvido em meu coração, mesmo quando digo que acredito? Leio as Escrituras, medito em Suas promessas, mas ainda assim há momentos em que a dúvida se infiltra como uma sombra no meu espírito. Será que falta verdade em mim? Será que meu coração foi tomado por hipocrisia, onde digo com os lábios que creio, mas minhas ações revelam o contrário?

Sinto que vivo um conflito. Um embate entre aquilo que sei ser verdade e os medos que insistem em me puxar para longe. Se eu creio que Deus é real — e sei que Ele é —, por que não consigo me entregar completamente? O que me prende? O que me faz hesitar?

Lembro-me de tempos em que minha fé era como uma chama viva, forte e inabalável. Confiava sem reservas, sem questionar. Já me permiti confiar antes, então por que agora me vejo tão cheia de dúvidas? Perdi o primeiro amor, aquele amor puro, simples e intenso. Deixei que o comportamento do mundo me contaminasse. Perdi a ingenuidade da fé sincera e comecei a racionalizar o que deveria apenas ser sentido e vivido.

Mas, Senhor, eu quero voltar. Quero abandonar a incredulidade, as incertezas e os medos. Quero entregar tudo ao Senhor, sem medo de que minhas orações não serão atendidas, sem medo de que o Senhor não me ouça. Quero confiar de verdade, com o coração aberto, com a simplicidade de uma criança que corre para os braços do Pai.

Ajuda-me, Senhor, a não duvidar mais. Ajuda-me a crer com a alma, com o coração, com tudo o que sou. Restaura em mim o primeiro amor, aquela fé que não questiona, que não teme, que simplesmente se rende. Não quero carregar o peso da dúvida, quero carregar a certeza da Tua presença.

Sei que o Senhor pode transformar tudo, até mesmo um coração que se perdeu no caminho. E é por isso que me coloco diante de Ti, reconhecendo minhas fraquezas, mas também confiando que o Senhor é forte para me renovar.

Ajuda-me a confiar novamente, Senhor. Ensina-me a crer sem reservas. Quero me entregar, quero viver para Ti, sem medo, sem hesitar, sem duvidar.			]]></content:encoded>
				
				
							</item>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/223/#acomment-230</link>
				<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 13:49:54 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">@cristianiruiz comecei o ano com essa meta, organizar o meu tempo para o que realmente importa: o meu tempo com o Senhor é prioridade! A escrita como minha terapia. A&#8230;</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
<p><span class="activity-read-more" id="activity-read-more-230"><a href="https://vozes.pt/activity-2/p/223/#acomment-230" rel="nofollow ugc">Ler mais</a></span></p>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/">Cris Ruiz</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>O Que Estamos Fazendo com o Nosso Tempo?

Estamos sempre ocupados. O trabalho, os compromissos, as metas nos consomem, e raramente paramos para refletir: estamos dedicando nosso tempo ao que realmente importa? Passamos tempo com quem amamos? Cuidamos da nossa saúde? Colocamos Deus no centro?

Sabemos o que deveríamos fazer , priorizar, desacelerar, buscar equilíbrio , mas entre saber e fazer há uma grande distância. A prática exige esforço e intenção, e nem sempre é fácil. Mas talvez o segredo esteja em começar com pequenas mudanças: desligar o celular durante um jantar, dedicar um momento do dia à oração ou simplesmente parar para respirar e agradecer.

Não somos perfeitos, e tudo bem. A vida não é sobre acertar sempre, mas sobre tentar, um passo de cada vez, viver de forma mais alinhada com o que acreditamos. Afinal, não é o quanto fazemos, mas como usamos o tempo que realmente importa.
</span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/media/51/">
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/202/#acomment-216</link>
				<pubDate>Sun, 05 Jan 2025 09:07:11 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Amigas, <a href='https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/' rel="nofollow ugc">@cristianiruiz</a> <a href='https://vozes.pt/members-2/cacaunano/' rel="nofollow ugc">@cacaunano</a> eu quero ser exatamente essa pessoa cheia de gratidão. Não consegui ser assim em 2024 e isso me abateu. Inclusive, fisicamente. Eu hoje sei que a gratidão é uma chave para a alegria, para mais da presença de Deus. Vamos nos ajudar a não esquecer disso neste novo ano! Vocês têm sido importantes na minha vida!</span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cacaunano/">Claudia Nano</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Com que olhos vais entrar em 2025?

Os olhos são como uma luz para o corpo: quando os olhos de vocês são bons, todo o seu corpo fica cheio de luz.”
‭‭Mateus‬ ‭6‬:‭22‬  

Estamos chegando ao fim de mais um ano e vejo muitas pessoas comentando sobre seus \"murais dos sonhos\" para 2025. Algumas dizem que 2024 não deu certo, mas que o próximo ano será o ano da virada.  

Não quero desmotivar nem desmerecer quem faz essas metas, mas quero lembrar que não é um papel pregado na geladeira com o  nome mural de sonhos que vai mudar o seu destino, se suas atitudes hoje não refletirem o que você deseja para o futuro.  

Você dizer: \"Meu dia foi péssimo, mas amanhã será melhor\" também não mudará o fato de que talvez você tenha deixado de ser grato por pequenas coisas. Gratidão por ter acordado, por ter um teto sobre sua cabeça, por uma cama quente, mesmo que imperfeita, por uma casa que talvez não seja a dos seus sonhos, por um marido imperfeito ou pelas situações cotidianas que você julga pequenas.  

Muitas vezes, vemos pessoas felizes com suas conquistas, dizendo: \"2024 foi incrível! Realizei tantas coisas boas!\" e nos perguntamos como elas conseguiram. Não pense que essas pessoas não enfrentaram dificuldades ou dias ruins. A diferença é que elas escolheram ser gratas em vez de reclamar, ou mesmo reclamaram, mas procuraram resignificar suas perdas.

A ansiedade de viver aquilo que você ainda não está plantando hoje pode te deixar ingrato e pessimista.
Jesus nos lembra:
“Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará as suas próprias preocupações. Bastam a cada dia os seus próprios problemas.”

Se você entrar em 2025 com olhos de ingratidão por 2024, os resultados podem ser os mesmos ou até piores. Temos que reconhecer os erros e não culpar as circunstâncias.

Enxergue o bem no presente, e o amanhã será uma colheita extraordinária. Deus tem preparado coisas maravilhosas para os corações gratos e cheios de luz.  

Feliz Ano Novo! Que você entre em 2025 com um olhar cheio da luz de Jesus e com o coração transbordando de gratidão por 2024.
</span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/cacaunano/media/45/">
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/205/#acomment-215</link>
				<pubDate>Sun, 05 Jan 2025 09:03:42 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Mais um ponto &#8211; o nosso coração é enganoso! Como precisamos de Deus para fazer essa obra que vais muito além do físico, <a href='https://vozes.pt/members-2/cacaunano/' rel="nofollow ugc">@cacaunano</a> e <a href='https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/' rel="nofollow ugc">@cristianiruiz</a></span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/">Cris Ruiz</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Na leitura bíblica de hoje, algo me chamou a atenção: a ideia de um coração transplantado. Quando uma pessoa perde a vida, seu coração pode ser transplantado para outra, permitindo que essa pessoa continue vivendo. No entanto, quem recebe o novo coração não muda automaticamente o seu modo de ser. Suas atitudes, pensamentos e caráter permanecem os mesmos.

Isso me fez refletir sobre a nossa vida espiritual. Deus nos oferece um ‘novo coração’, como mencionado em Ezequiel 36:26: ‘Eu lhes darei um coração novo e porei um espírito novo em vocês.’ Mas essa transformação só é completa quando há também uma renovação da mente, como Paulo nos ensina em Romanos 12:2: ‘Transformem-se pela renovação da sua mente.’

Mesmo as pessoas que são vistas como ‘boas’ aos olhos humanos precisam entender que a bondade humana, por si só, é limitada e passível de corrupção. Deus nos chama para algo maior: uma transformação que vai além das nossas capacidades, gerada por Ele e para Ele. Não basta ter um coração físico novo; é essencial que Ele nos transforme por completo, para que possamos viver segundo a Sua boa, agradável e perfeita vontade.</span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/media/46/">
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					<item>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/205/#acomment-214</link>
				<pubDate>Sun, 05 Jan 2025 09:02:27 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">@cristianiruiz caramba! Que palavras reflexivas. Isso me faz entender que nas mãos do homem está o poder para, muitas vezes, mudar o que é físico. O transplante de cor&#8230;</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
<p><span class="activity-read-more" id="activity-read-more-214"><a href="https://vozes.pt/activity-2/p/205/#acomment-214" rel="nofollow ugc">Ler mais</a></span></p>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/">Cris Ruiz</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Na leitura bíblica de hoje, algo me chamou a atenção: a ideia de um coração transplantado. Quando uma pessoa perde a vida, seu coração pode ser transplantado para outra, permitindo que essa pessoa continue vivendo. No entanto, quem recebe o novo coração não muda automaticamente o seu modo de ser. Suas atitudes, pensamentos e caráter permanecem os mesmos.

Isso me fez refletir sobre a nossa vida espiritual. Deus nos oferece um ‘novo coração’, como mencionado em Ezequiel 36:26: ‘Eu lhes darei um coração novo e porei um espírito novo em vocês.’ Mas essa transformação só é completa quando há também uma renovação da mente, como Paulo nos ensina em Romanos 12:2: ‘Transformem-se pela renovação da sua mente.’

Mesmo as pessoas que são vistas como ‘boas’ aos olhos humanos precisam entender que a bondade humana, por si só, é limitada e passível de corrupção. Deus nos chama para algo maior: uma transformação que vai além das nossas capacidades, gerada por Ele e para Ele. Não basta ter um coração físico novo; é essencial que Ele nos transforme por completo, para que possamos viver segundo a Sua boa, agradável e perfeita vontade.</span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/media/46/">
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						<div class="rtmedia-item-title">
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							</h4>
						</div>
					</a></li></ul></div>			]]></content:encoded>
				
				
							</item>
					<item>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/196/#acomment-198</link>
				<pubDate>Mon, 30 Dec 2024 21:31:43 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span><a href='https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/' rel="nofollow ugc">@cristianiruiz</a> me manda essa música? Você foi mais uma resposta do Senhor para mim, sabia?!<br />
</span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/camila/">Camila Coutinho</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span><b>Um olhar lá do céu</b>

Pode olhar mesmo, Senhor,
Pode me procurar.
O Senhor vai me encontrar,
Pois não há melhor lugar para estar.

Eu sinto o Senhor a me chamar,
Uma voz que parece longe, a sussurrar.
Se não fosse o silêncio a me abraçar,
Eu sei, não conseguiria Te escutar.

O que o Senhor diz é como um rio,
Sem barreiras que possam Te parar,
Um manancial de águas a me encharcar.
Eu mal sei como administrar
Tudo o que o Senhor diz que um dia fará.

Olha para mim do céu, Senhor,
Continue a me procurar.
Todos os dias, quero Sua voz buscar,
Pois sei que o Senhor insistirá em Se revelar.
Pode vir me encontrar.

(Leia Salmos 14:2)</span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/camila/media/43/">
						<div class="rtmedia-item-thumbnail">
							<img alt="pexels-travelers_tw-1445512897-28176070" src="https://vozes.pt/wp-content/uploads/rtMedia/users/1/2024/12/pexels-travelers_tw-1445512897-28176070-450x320.jpg" />
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						<div class="rtmedia-item-title">
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					</a></li></ul></div>			]]></content:encoded>
				
				
							</item>
					<item>
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				<title>Mônica Alves Escritora publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/168/#acomment-179</link>
				<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 11:37:47 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Verdade <a href='https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/' rel="nofollow ugc">@cristianiruiz</a>. Precisamos ensinar as novas gerações os valores que salvam vidas! &#x1f337;</span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/monica-alves-escritora/">Mônica Alves Escritora</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Como eu queria que as jovens meninas respeitassem os limites naturais do seu corpo e alma. Que não avançassem precocemente numa relação íntima. Que tivessem as etapas da vida consideradas. Isso as pouparia de grandes conflitos internos futuros e variados distúrbios afetivos.

Como eu queria que as mulheres tivessem sim direitos iguais, mas não usassem dessa conquista para se tornarem tão masculinas. Vestindo-se, falando e competindo como os homens. Seguindo seu próprio caminho como se a opinião deles não valesse mais nada.

Como eu queria que cada mulher que sonha com sua posição na sociedade ou no mercado de trabalho pudesse alcançá-la. Mas, que quando também tivessem família, entendessem que o “fruto do ventre é o seu galardão”. Que uma criança deve ser cuidada e protegida pela própria mãe.

Como eu queria poder dizer, no todo, que estamos melhores hoje do que antigamente. Mas, olho de lado e vejo tantas mulheres sobrecarregadas com tarefas infinitas por serem pai e mãe ao mesmo tempo, idosas assumindo os papéis que deveriam ser dos seus filhos, mulheres perdendo sua feminilidade, meninas sem identidade, querendo não ser mais mulher, terapia, terapia e mais terapia.

Como eu queria que as mulheres se voltassem para Deus. Entendessem que nunca será pela sua própria força. Que só Ele pode equilibrar o que está tão desajustado e trazer alívio aos nossos corações.

@monica.alves.escritora </span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/monica-alves-escritora/media/35/">
						<div class="rtmedia-item-thumbnail">
							<img alt="e4f8db96-b0cf-40ab-bd03-03a3d4bcec36" src="https://vozes.pt/wp-content/uploads/rtMedia/users/26/2024/12/e4f8db96-b0cf-40ab-bd03-03a3d4bcec36-450x320.jpeg" />
						</div>
						<div class="rtmedia-item-title">
							<h4 title="e4f8db96-b0cf-40ab-bd03-03a3d4bcec36">
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							</h4>
						</div>
					</a></li></ul></div>			]]></content:encoded>
				
				
							</item>
					<item>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/156/#acomment-171</link>
				<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 15:42:40 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Como é. Quantas vezes não fico desesperada pelo óleo! Principalmente nas horas em que me vejo só. Temos de cuidar do nosso relacionamento com o Pai, <a href='https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/' rel="nofollow ugc">@cristianiruiz</a> . Está escrito que há de chegar o tempo em que o óleo não poderá ser partilhado.</span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/camila/">Camila Coutinho</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span><b>Tentando encher-me</b>

Todos os dias eu tento.
Como eu tento.
Encher-me do Seu Santo Espírito. 
Estar em comunhão intima com o Senhor.

Todos os dias eu tento.
Como eu tento.
Encher-me da Sua presença.
E de tudo o que é promessa para mim. 

Eu sei que a minha vasilha não deve estar vazia.
Deve ser cheia para que eu nunca dependa.
Do abraço do homem.
Das orações.
Ou de qualquer uma das direções.

Por isso todos os dias eu tento.
Como eu tento.
Encher-me da Sua presença.

Porque eu sei que a correria pegou a todos.
Não há tempo mais para ajudar um ao outro.
E quem está cheio, feliz está.
Porque a Sua presença há de nos bastar.

Todos os dias eu tento.
Como eu tento.
E nunca desistirei.
Desse óleo que é combustão para mim. 

<i>Mateus 25:1-13</i>
</span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/camila/media/31/">
						<div class="rtmedia-item-thumbnail">
							<img alt="pexels-ghanashyam-hazra-67888591-8305736" src="https://vozes.pt/wp-content/uploads/rtMedia/users/1/2024/12/pexels-ghanashyam-hazra-67888591-8305736-450x320.jpg" />
						</div>
						<div class="rtmedia-item-title">
							<h4 title="pexels-ghanashyam-hazra-67888591-8305736">
								pexels-ghanashyam-hazra-67888591-8305736
							</h4>
						</div>
					</a></li></ul></div>			]]></content:encoded>
				
				
							</item>
					<item>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/161/#acomment-165</link>
				<pubDate>Thu, 05 Dec 2024 19:50:40 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Ah que lindo! O que uma espera no aeroporto pode fazer connosco. Dá em poesia! Parece que quando começamos a escrever vemos oportunidade em tudo. Em cada lugar, em cada conversa, em cada oportunidade que aparece. Quão incrível isso, <a href='https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/' rel="nofollow ugc">@cristianiruiz</a> !<br />
</span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/">Cris Ruiz</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Enquanto Espero

Enquanto espero, busco a Ti.
Enquanto espero, sinto a Tua presença.
Enquanto espero, procuro Te ver em cada detalhe.
Enquanto espero, entrego minhas ansiedades em Tuas mãos.

Enquanto espero, lembro-me de Tuas promessas.
Enquanto espero, meu coração encontra descanso.
Enquanto espero, minha fé é renovada.
Enquanto espero, aprendo a confiar mais em Ti.

E quando a espera terminar, estarei pronta para recomeçar, pois sei que estarás comigo.</span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/media/33/">
						<div class="rtmedia-item-thumbnail">
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						</div>
						<div class="rtmedia-item-title">
							<h4 title="IMG_0769">
								IMG_0769
							</h4>
						</div>
					</a></li></ul></div>			]]></content:encoded>
				
				
							</item>
					<item>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/141/#acomment-143</link>
				<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 15:27:08 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span><a href='https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/' rel="nofollow ugc">@cristianiruiz</a> do céu! Que lindo isso, veio num momento de muita luta no pensamento&#8230; e até o silêncio tem algo a dizer! Eu creio nisso. </span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/">Cris Ruiz</a> publicou uma actualização Quando a Mente Fica Vazia

Você já acordou com a mente completamente vazia? Aquele vazio que, de tão confuso, parece ser resultado de uma bagunça que você nem sabe por onde começar a organizar. É como abrir a porta de um quarto desarrumado e sentir que, por mais que tente, nada faz sentido, nada parece no lugar.
E o que fazer quando isso acontece? Como reorganizar os pensamentos quando eles parecem desconectados ou fora de alcance? Talvez o segredo esteja em não tentar lutar contra o caos, mas abraçá-lo por um momento. Respirar fundo, dar um passo de cada vez e aceitar que nem todos os dias começaremos com a mente clara e cheia de energia.
Nesse processo, o papel e a caneta podem ser aliados. Escrever ajuda a trazer à tona o que está escondido. Uma conversa consigo mesmo, mesmo que confusa no início, pode acabar revelando as respostas que você precisava. Outras vezes, o silêncio e a oração são o alívio.
A verdade é que o vazio da mente não significa falta de algo; às vezes, é um convite para parar, respirar e recomeçar. Porque até o silêncio tem algo a dizer — basta estarmos dispostos a ouvir.			]]></content:encoded>
				
				
							</item>
					<item>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/131/#acomment-136</link>
				<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 12:06:07 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Que presente de Deus, <a href='https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/' rel="nofollow ugc">@cristianiruiz</a>. Essa lembrança constante de Deus connosco e de como Ele cuida de nós em cada detalhe. Você viaja, mas não queremos perder as suas palavras aqui. </span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/">Cris Ruiz</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Decidi pegar um auto carro  para Lisboa, pois sabia que meu tempo de conexão para o voo a São Paulo seria muito curto. Não queria correr o risco de perder o avião. Enquanto sigo viagem, percebo como esta escolha me deu algo precioso: um amanhecer inesquecível visto pela grande janela do auto carro.

No céu, um arco-íris cheio de cores vibrantes ilumina o horizonte, como uma pintura divina. Sua beleza é deslumbrante, mas o que mais me toca é o simbolismo que ele carrega. O arco-íris me lembra da aliança de Deus, um pacto de esperança e renovação. Ele parece dizer que, mesmo após as tempestades, algo belo e promissor sempre pode surgir.

Fico me perguntando: se estivesse em um avião, será que teria essa mesma visão? Talvez não. A experiência no auto carro me fez valorizar o momento presente, a paisagem em sua plenitude, e me deu tempo para refletir sobre a jornada, não apenas sobre o destino.</span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/media/23/">
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							<img alt="IMG_9931" src="https://vozes.pt/wp-content/uploads/rtMedia/users/10/2024/11/IMG_9931-450x320.jpeg" />
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							<h4 title="IMG_9931">
								IMG_9931
							</h4>
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							</item>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/112/#acomment-117</link>
				<pubDate>Wed, 20 Nov 2024 22:41:51 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">@cristianiruiz que linda a sua exposição. Vejo coragem em você em abrir tudo isso, poucas fariam o mesmo. Eu creio no seu processo e, nele, você deve buscar inc&#8230;</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
<p><span class="activity-read-more" id="activity-read-more-117"><a href="https://vozes.pt/activity-2/p/112/#acomment-117" rel="nofollow ugc">Ler mais</a></span></p>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/">Cris Ruiz</a> publicou uma actualização Quem eu sou de verdade?

Às vezes, percebo que as pessoas têm uma visão de mim que parece maior ou diferente do que realmente sou. Quando recebo elogios ou ouço como elas me veem, fico com dúvidas: Será que sou realmente tudo isso? Essa sensação, em vez de me encher de orgulho, me traz um certo peso. É como se eu carregasse a responsabilidade de corresponder a essas expectativas, temendo que, em algum momento, eu possa frustrá-las.

Mas esse conflito não para por aí. Às vezes, também me pergunto: Será que as pessoas realmente me veem dessa forma? Ou será que é apenas a forma como eu interpreto o que dizem e fazem? E, para tornar tudo ainda mais complicado, me preocupo com a sinceridade das palavras delas: Será que o que dizem de bom é verdade? Ou estão apenas tentando ser gentis? Será que enxergam também os meus defeitos, que conheço tão bem e às vezes tento esconder? Esse turbilhão de pensamentos me faz carregar um peso emocional que talvez nem precisasse estar nos meus ombros.

Esse questionamento se estende para dentro de casa, com meus filhos. Como mãe, sinto o peso de ser exemplo, de ser forte, paciente e sábia, mas sei que não sou perfeita. Às vezes, penso que eles enxergam mais as minhas qualidades e menos as minhas falhas, mas também me questiono: Será que é isso mesmo que eles pensam de mim? Ou será que estou apenas imaginando? O medo de decepcioná-los está lá, assim como o desejo de ser, para eles, alguém em quem possam confiar.

Essa luta me faz refletir sobre como, muitas vezes, criamos uma imagem de nós mesmos baseada na percepção dos outros — ou, melhor dizendo, no que achamos que é a percepção deles —, em vez de quem realmente somos. Não é que as pessoas estejam erradas ao reconhecer algo bom em mim, mas me pergunto se estou vendo essas qualidades da mesma forma, com sinceridade e equilíbrio.

Tenho aprendido que essa tensão pode ser aliviada ao lembrar que minha identidade não depende apenas de como os outros me enxergam, nem mesmo de como eu acho que eles me enxergam, mas de como Deus me vê. Ele conhece quem realmente sou — com minhas forças e também minhas fraquezas — e, mesmo assim, me ama plenamente. Como está escrito em 1 Samuel 16:7: “O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração.” Esse versículo me lembra que Deus enxerga minha essência e sabe exatamente quem eu sou, sem ilusões ou interpretações erradas.

No fundo, talvez a verdadeira paz venha quando aceitamos quem somos com humildade: pessoas em construção, que podem sim ser fontes de inspiração, mas que também têm limitações e falhas. Afinal, é nesse equilíbrio entre reconhecer qualidades e abraçar nossa humanidade que encontramos liberdade — e ensinamos, principalmente aos nossos filhos, que não precisamos ser perfeitos para sermos amados.			]]></content:encoded>
				
				
							</item>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/94/#acomment-103</link>
				<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 14:22:25 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Amiga, <a href='https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/' rel="nofollow ugc">@cristianiruiz</a>, eu te entendo perfeitamente. Lê o texto no nosso Blog intitulado de <b>Quando as amizades já não são mais as mesmas. E se sofre com isso.</b> Lá tem um exercício de escrita que me ajudou a me libertar de algo que vivi no passado. Eu aconselho para todas!</span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/">Cris Ruiz</a> publicou uma actualização Lembranças de Amizades que Marcam e a Reflexão sobre o Amor Verdadeiro.

Estava lembrando de algumas pessoas com as quais já tive muita afinidade, companhias que marcaram minha vida em diferentes momentos. Sinto falta delas, dos diálogos que edificavam, das orações partilhadas e das risadas que alegravam o coração. Essas amizades, que um dia pareceram tão profundas, hoje estão distantes, e isso me faz refletir sobre o que acontece conosco.

Será que aquele amor que compartilhamos era de verdade? Ou será que, de alguma forma, deixamos que as distrações e os desafios da vida enfraquecessem esses laços? Como irmãos em Cristo, somos chamados a um amor genuíno e duradouro, mas, muitas vezes, o ritmo da vida ou a falta de cuidado mútuo podem nos afastar.

Ao mesmo tempo, pergunto-me: será que Deus usa essas mudanças para nos ensinar algo? Talvez para nos lembrar de que, acima de qualquer amizade, Ele é nosso amigo fiel e constante. Ou talvez para nos mostrar que o amor verdadeiro exige esforço, paciência e graça, especialmente nas fases difíceis.

Hoje, oro para que possamos cultivar amizades que reflitam o amor de Cristo. Que possamos ser intencionais em manter esses laços, lembrando que amizades em Cristo não são apenas afinidades passageiras, mas uma oportunidade de crescer juntos e glorificar a Deus através de nossos relacionamentos.			]]></content:encoded>
				
				
							</item>
					<item>
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				<title>Luciana Costa publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/87/#acomment-97</link>
				<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 10:35:47 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">@cristianiruiz Cris, falou muito comigo sobre a maternidade, sobre cada palavra que ouço, cada som que entra, carrega uma semente. E essas sementes criam vida dentro de&#8230;</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
<p><span class="activity-read-more" id="activity-read-more-97"><a href="https://vozes.pt/activity-2/p/87/#acomment-97" rel="nofollow ugc">Ler mais</a></span></p>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/demaeparamaes/">Luciana Costa</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>O que eu tenho permitido entrar?

No último sábado, entre mulheres que, como eu, carregam a força de viver o extraordinário na rotina do ordinário, fui confrontada por uma palavra que mexeu com os alicerces do meu coração. 1 Tessalonicenses 5:16-18 dizia: “Alegrem-se sempre. Orem continuamente. Dêem graças em todas as circunstâncias…” Era mais do que um versículo decorado, era um chamado à vida. Ali, no encontro de #SisterHood, a pergunta tomou forma: o que eu tenho permitido alimentar dentro de mim?

A reflexão me levou a separar alegria de felicidade. Felicidade é efêmera, um brilho passageiro. Mas a alegria... ela vem de Deus. Ela é profunda, constante, não se quebra com tempestades. Foi impossível não pensar na maternidade, onde cada dia carrega desafios que testam nossa paciência e força. Será que eu tenho buscado essa alegria eterna para transbordar nos momentos difíceis? Ou tenho me deixado levar por algo raso, que evapora no primeiro grito ou birra?

Ontem, como quem recebe um lembrete divino, uma amiga me perguntou: “Você quer guardar o seu coração?” De imediato, lembrei daquelas palavras de sábado. O que entra no meu coração através dos ouvidos afeta tudo, minhas decisões, meus filhos, o ambiente da minha casa. Guardar o coração não é apenas sobre mim; é sobre os pequenos que crescem ao som da minha voz, das minhas escolhas, do que permito germinar dentro de mim. Respondi sem hesitar: “Sim, quero guardar o meu coração, e não quero ouvir/saber.” Mas entendi que isso não é algo que se faz uma vez; é diário, constante.

Foi então que visualizei essa verdade: o ouvido é um útero. Cada palavra que ouço, cada som que entra, carrega uma semente. E essas sementes criam vida dentro de mim, para o bem ou para o mal. Nós, mães, não só ouvimos, geramos. O que estamos permitindo que cresça em nossos corações? Paz ou caos? Verdade ou dúvida? Porque, inevitavelmente, essas sementes se tornam frutos que oferecemos ao mundo e, especialmente, aos nossos filhos.

Provérbios 4:23 nos lembra: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração...” Guardar o coração não é só uma defesa; é um ato de amor. Filtrar o que entra pelos ouvidos, pelas emoções, pelas escolhas, é proteger a fonte de onde tudo flui. Se o coração é a raiz, o que estamos permitindo que o alimente? Palavras edificantes ou as vozes que nos roubam a alegria e desviam nossos olhos de Deus?

E então, a pergunta ecoa mais uma vez: o que eu tenho permitido entrar?  
O que entra em você determinará o que você entrega ao mundo, à sua família, aos seus filhos. Talvez seja hora de silenciar o barulho, de filtrar melhor, de escolher. Talvez seja o momento de fazer aquela oração: “Senhor, guarda o meu coração. Fecha as portas para o que me afasta de Ti e abre para o que me aproxima da Tua alegria.”

Tudo começa de dentro para fora. A maternidade é um reflexo do que carregamos no coração. Que possamos proteger, cuidar e semear o que é bom. Afinal, aquilo que germinamos em nós é o que deixaremos crescer neles.

&#x1f90d;&#x1f331; de mãe para mães </span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/demaeparamaes/media/15/">
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							<img alt="de mae para mães" src="https://vozes.pt/wp-content/uploads/rtMedia/users/11/2024/11/de-mae-para-maes-450x320.png" />
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						<div class="rtmedia-item-title">
							<h4 title="de mae para mães">
								de mae para mães
							</h4>
						</div>
					</a></li></ul></div>			]]></content:encoded>
				
				
							</item>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/87/#acomment-92</link>
				<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 20:23:35 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span><a href='https://vozes.pt/members-2/biancaongaratto/' rel="nofollow ugc">@biancaongaratto</a> <a href='https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/' rel="nofollow ugc">@cristianiruiz</a> <a href='https://vozes.pt/members-2/francesca/' rel="nofollow ugc">@francesca</a> <a href='https://vozes.pt/members-2/grazielapinto/' rel="nofollow ugc">@grazielapinto</a> Falem aqui também! E, para as outras meninas, o que esse versículo citado pela Luciana fala com vocês também?</span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/demaeparamaes/">Luciana Costa</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>O que eu tenho permitido entrar?

No último sábado, entre mulheres que, como eu, carregam a força de viver o extraordinário na rotina do ordinário, fui confrontada por uma palavra que mexeu com os alicerces do meu coração. 1 Tessalonicenses 5:16-18 dizia: “Alegrem-se sempre. Orem continuamente. Dêem graças em todas as circunstâncias…” Era mais do que um versículo decorado, era um chamado à vida. Ali, no encontro de #SisterHood, a pergunta tomou forma: o que eu tenho permitido alimentar dentro de mim?

A reflexão me levou a separar alegria de felicidade. Felicidade é efêmera, um brilho passageiro. Mas a alegria... ela vem de Deus. Ela é profunda, constante, não se quebra com tempestades. Foi impossível não pensar na maternidade, onde cada dia carrega desafios que testam nossa paciência e força. Será que eu tenho buscado essa alegria eterna para transbordar nos momentos difíceis? Ou tenho me deixado levar por algo raso, que evapora no primeiro grito ou birra?

Ontem, como quem recebe um lembrete divino, uma amiga me perguntou: “Você quer guardar o seu coração?” De imediato, lembrei daquelas palavras de sábado. O que entra no meu coração através dos ouvidos afeta tudo, minhas decisões, meus filhos, o ambiente da minha casa. Guardar o coração não é apenas sobre mim; é sobre os pequenos que crescem ao som da minha voz, das minhas escolhas, do que permito germinar dentro de mim. Respondi sem hesitar: “Sim, quero guardar o meu coração, e não quero ouvir/saber.” Mas entendi que isso não é algo que se faz uma vez; é diário, constante.

Foi então que visualizei essa verdade: o ouvido é um útero. Cada palavra que ouço, cada som que entra, carrega uma semente. E essas sementes criam vida dentro de mim, para o bem ou para o mal. Nós, mães, não só ouvimos, geramos. O que estamos permitindo que cresça em nossos corações? Paz ou caos? Verdade ou dúvida? Porque, inevitavelmente, essas sementes se tornam frutos que oferecemos ao mundo e, especialmente, aos nossos filhos.

Provérbios 4:23 nos lembra: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração...” Guardar o coração não é só uma defesa; é um ato de amor. Filtrar o que entra pelos ouvidos, pelas emoções, pelas escolhas, é proteger a fonte de onde tudo flui. Se o coração é a raiz, o que estamos permitindo que o alimente? Palavras edificantes ou as vozes que nos roubam a alegria e desviam nossos olhos de Deus?

E então, a pergunta ecoa mais uma vez: o que eu tenho permitido entrar?  
O que entra em você determinará o que você entrega ao mundo, à sua família, aos seus filhos. Talvez seja hora de silenciar o barulho, de filtrar melhor, de escolher. Talvez seja o momento de fazer aquela oração: “Senhor, guarda o meu coração. Fecha as portas para o que me afasta de Ti e abre para o que me aproxima da Tua alegria.”

Tudo começa de dentro para fora. A maternidade é um reflexo do que carregamos no coração. Que possamos proteger, cuidar e semear o que é bom. Afinal, aquilo que germinamos em nós é o que deixaremos crescer neles.

&#x1f90d;&#x1f331; de mãe para mães </span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/demaeparamaes/media/15/">
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							<img alt="de mae para mães" src="https://vozes.pt/wp-content/uploads/rtMedia/users/11/2024/11/de-mae-para-maes-450x320.png" />
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								de mae para mães
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/71/#acomment-72</link>
				<pubDate>Sun, 17 Nov 2024 16:40:46 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">@cristianiruiz , nunca tinha pensado por essa perspectiva! Meu Deus, agora acho que toda vez que eu vir um pássaro vou ser ministrada sobre isso. Obrigada por tanto. Eu&#8230;</div>
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</div>
<p><span class="activity-read-more" id="activity-read-more-72"><a href="https://vozes.pt/activity-2/p/71/#acomment-72" rel="nofollow ugc">Ler mais</a></span></p>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/">Cris Ruiz</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Na gaiola, não há liberdade para depender de Deus.”
Enquanto observava meus pássaros na gaiola, percebi algo: eles dependem totalmente de mim para comida e água. Diferente dos pássaros livres, que são cuidados diretamente por Deus na natureza, eles não podem experimentar essa provisão divina.
Assim somos nós quando estamos presos às nossas próprias “gaiolas” — medo, controle ou falta de fé. Não conseguimos deixar Deus cuidar de nós, porque nos limitamos.
É preciso abrir a porta e confiar. Só livres podemos experimentar o cuidado pleno de Deus. “Observem as aves do céu: elas não semeiam, não colhem nem armazenam em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta.” (Mateus 6:26)
Que tal refletir sobre qual “gaiola” você precisa abrir hoje?</span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/media/12/">
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