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	<title>Vozes | Luciana Costa | Actividade</title>
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	<description>Feed de actividade para Luciana Costa.</description>
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				<title>Luciana Costa publicou uma actualização</title>
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				<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 15:07:58 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span>O Valor das Pequenas Coisas<br />
Existem dias em que a vida nos obriga a parar, e, por mais desconfortável que isso pareça, foi nesse silêncio forçado que fui presenteada com memórias que aquecem o coração. Hoje foi um desses dias. Entre tosses incessantes, dor no corpo e uma voz que resolveu me abandonar, encontrei-me deitada na cama até às 13h, no meio de uma quarta-feira, enquanto o vento frio de uma manhã de inverno sussurrava lá fora. E foi ali, com as glândulas inflamadas e a mente inquieta, que decidi dar voz aos meus pensamentos.</p>
<p>Lembrei-me da minha infância, daqueles verões que pareciam não ter fim, especialmente os janeiros longos, com o sabor das férias na casa de praia da minha avó. Ah, como tenho lembranças memoráveis daquele lugar! Para alguns, poderia ser apenas uma casinha simples, mas para mim era um universo repleto de vida e significados. As refeições sempre eram à mesa, com todos os primos reunidos, muitas risadas e, claro, às vezes uns “arranca-cabelos” entre as primas. Enquanto outras casas ao redor ostentavam seus tamanhos e luxos, a nossa era um lar feito de amor, momentos únicos e uma alegria que só o simples pode proporcionar. E isso nos bastava!</p>
<p>A felicidade morava nos detalhes: o cheiro da maresia, os banhos demorados de mar, o céu estrelado com a fogueira nas noites de verão, os jogos de cartas e tabuleiro, e as conversas sem pressa. Foi ali, naquela simplicidade, que vivi algumas das memórias mais preciosas da minha vida. E foi também ali que, na adolescência, conheci o amor da minha vida, meu esposo, meu companheiro e amigo. Eu não sabia que aquele verão mudaria para sempre o meu destino, mas mudou.</p>
<p>Em meio a essas lembranças, me peguei pensando nas pressões do hoje, nas pressões do “ter”, e no desvio de valores sobre o que realmente significa ser próspero. Quando foi que deixamos de enxergar a beleza no agora, a beleza do que já temos hoje? Por que nos perdemos nessa constante necessidade de querer mais, de possuir mais? Será que não estamos nos privando da verdadeira alegria ao nos concentrarmos apenas no futuro? Em que momento deixamos de lado a capacidade de valorizar o presente?</p>
<p>A Bíblia nos lembra: “Sejam gratos em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus” (1 Tessalonicenses 5:18). E, pensando nisso, percebo que talvez a felicidade pregada no hoje esteja muito mais em ter e muito menos em ser. Ser grata. Ser presente. Ser inteira, mesmo em meio às imperfeições.</p>
<p>Enquanto olho para o passado, um sorriso me escapa ao lembrar da menina que eu fui, uma menina que ajudou a construir a mulher que sou hoje. Ela não desejava ter, ela queria sentir, viver, aproveitar o presente. Claro, ela sonhava com o futuro quando olhava para as estrelas, lembro-me de: “Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, desperta.” E me pergunto: será que ainda estou ouvindo aquela menina? Sim, tenho olhado para dentro, sem deixar de olhar para fora e sonhar.</p>
<p>Essas memórias me fizeram perceber algo interessante: o janeiro que trouxe todas essas lembranças era de verão, enquanto o janeiro que vivo hoje é inverno. As estações mudam, assim como nós mudamos, despertamos, mas o mês é o mesmo, e a essência permanece. A vida é assim. Há momentos quentes, vibrantes, cheios de energia, como o verão. E há momentos mais introspectivos, frios, que nos convidam ao recolhimento, como o inverno, como tem sido o meu hoje. Ambos têm seu valor, seu propósito, e ambos podem nos ensinar algo precioso.</p>
<p>O que importa é o que escolhemos fazer com cada “estação” que vivemos. Hoje, decido viver este janeiro de inverno com gratidão, aproveitando a calma que ele traz, assim como aproveitei os janeiros de verão com sua alegria ensolarada.</p>
<p>&#x1f90d; Viva hoje. Faça hoje. Ame hoje. As estações mudam, mas o valor da vida está em encontrar beleza e propósito em cada uma delas.</p>
<p>&#x1f33b; Escolha florescer em todas as estações.<br />
&#x1f90d; Se você chegou até aqui nesse meu transbordar, te convido a fazer uma pausa para refletir:<br />
&#x1f4ac; O que a menina que vive dentro de você ensinou para a mulher que você é hoje?<br />
&#x1f4ac; O que te faz olhar para fora e sonhar, e o que te faz olhar para dentro e despertar?<br />
&#x1f4ac; Qual é a preocupação sobre o futuro que você precisa entregar nas mãos do Pai para viver o hoje que Ele te entregou?<br />
&#x1f4ac; Você tem valorizado as pequenas coisas de hoje?</p>
<p>&#8220;Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu&#8221; (Eclesiastes 3:1).</p>
<p>&#x1f331; Esse é o meu primeiro texto do ano, minha primeira voz, minha primícias em palavras. Mesmo sem voz literalmente, sinto que falo quando compartilho aqui, neste projeto que chamamos de “Vozes”. Que este seja o primeiro de muitos textos que aqueçam corações, assim como aqueceram o meu nesta manhã de inverno. &#x1f337;<br />
</span>
				</div>
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<p>								IMG_7347</p></div>
<p>					</a></li>
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				<title>Luciana Costa publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/205/#acomment-219</link>
				<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 15:02:00 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span>O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração.&#8221; (1 Samuel 16:7). Cris, que texto lindo! O homem pode até &#8216;transplantar&#8217; um coração, mas não o caráter. Já o Senhor&#8230; ah, Ele transforma tudo!</span>
				</div>
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</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/">Cris Ruiz</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Na leitura bíblica de hoje, algo me chamou a atenção: a ideia de um coração transplantado. Quando uma pessoa perde a vida, seu coração pode ser transplantado para outra, permitindo que essa pessoa continue vivendo. No entanto, quem recebe o novo coração não muda automaticamente o seu modo de ser. Suas atitudes, pensamentos e caráter permanecem os mesmos.

Isso me fez refletir sobre a nossa vida espiritual. Deus nos oferece um ‘novo coração’, como mencionado em Ezequiel 36:26: ‘Eu lhes darei um coração novo e porei um espírito novo em vocês.’ Mas essa transformação só é completa quando há também uma renovação da mente, como Paulo nos ensina em Romanos 12:2: ‘Transformem-se pela renovação da sua mente.’

Mesmo as pessoas que são vistas como ‘boas’ aos olhos humanos precisam entender que a bondade humana, por si só, é limitada e passível de corrupção. Deus nos chama para algo maior: uma transformação que vai além das nossas capacidades, gerada por Ele e para Ele. Não basta ter um coração físico novo; é essencial que Ele nos transforme por completo, para que possamos viver segundo a Sua boa, agradável e perfeita vontade.</span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/media/46/">
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							<h4 title="IMG_1510">
								IMG_1510
							</h4>
						</div>
					</a></li></ul></div>			]]></content:encoded>
				
				
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				<title>Luciana Costa escreveu uma nova publicação</title>
				<link>https://vozes.pt/?p=709</link>
				<pubDate>Tue, 24 Dec 2024 09:00:00 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="https://vozes.pt/?p=709" rel="nofollow ugc">À mesa com propósito</a></strong><a href="https://vozes.pt/?p=709" rel="nofollow ugc"><img loading="lazy" src="https://vozes.pt/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-17.05.19.jpeg" /></a> Sabe aquela mesa na sua sala ou cozinha? Ela parece só um móvel, mas, na verdade, é muito mais. É um lugar onde histórias são contadas, onde o coração se abre e <a href="https://vozes.pt/?p=709" rel="nofollow ugc"><span>[&hellip;]</span></a></p>
]]></content:encoded>
				
				
							</item>
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				<title>Luciana Costa publicou uma actualização</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/134/</link>
				<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 12:20:16 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span>A Jardineira</p>
<p>Será que é mesmo por Jesus que faço o que faço? Ou há orgulho escondido, ego sussurrando no fundo? Por vezes, me pergunto: é por Ele ou por vaidade? </p>
<p>Será que só eu que faço essas perguntas?<br />
Às vezes nos deparamos com situações no dia-a-dia que fazemos essas perguntas, não somente para nós, mas por situações que vemos decorrer em ambientes que estamos plantadas. </p>
<p>Será mesmo por Jesus?</p>
<p>É duro, mas precisamos enfrentar essas perguntas, porque, às vezes, agimos como Jonas, fugindo do chamado, justificando nossa dureza. Nosso coração, quebradiço como é, precisa de lapidação constante, no jardim secreto. Só assim frutificamos em compaixão, mesmo quando isso significa perdoar quem nos feriu, abençoar quem nos machucou.</p>
<p>Hoje, no meu devocional, lembrei-me de Abimeleque. Ele tirou a vida de seus irmãos sobre uma pedra, e no final, foi esmagado por uma pedra também. Isso me fez pensar no “princípio do também”. Tudo o que fazemos volta para nós. Tudo o que plantamos, também colhemos. O que você semeia um dia também te alimenta. Não adianta: a pedra que atiramos para ferir, mais cedo ou mais tarde, retorna. Será que temos percebido isso?</p>
<p>Não é sobre ser a maior, a mais notada, ou a mais alta.<br />
É sobre frutificar.<br />
É sobre ser acessível. </p>
<p>E já que essa reflexão está sendo guiada por uma jardineira, e as folhas, os frutos e as raízes? Tem uma árvore que muito nos ensina sobre isso, a oliveira de Juízes: ela não se orgulha de sua altura, mas sim de seus frutos. Uma oliveira quando é plantada em uma floresta ela cresce e pode ficar muito muito alta. Mas quando ela está plantada num jardim, possivelmente ela será podada para que suas azeitonas estejam ao alcance até de uma criança. No entanto, o que me encanta na oliveira não é só isso. É sua resistência, ela carrega esperança. Suas raízes são profundas o que a tornam inabalável, mesmo nas piores tempestades. E suas folhas? Nunca são inúteis, até as que caem servem de remédio. Mas sabe o que faz a diferença? Não é só a raiz, o fruto ou a folha: é o solo.</p>
<p>Uma oliveira plantada num deserto não prospera. Mas, perto da água, ela floresce e frutifica abundantemente. Ainda assim, nem sempre o terreno fértil parece convidativo, foi assim que me lembrei das videiras nas Ilhas Canárias, que crescem em solo vulcânico, entre cinzas ferventes. Ali, elas geram uvas que produzem um vinho único, com um sabor impossível de encontrar em outro lugar. O segredo? O jardineiro. É o cuidado dele que transforma um solo impossível, improvável, em terra de colheita.</p>
<p>E o seu solo? Como está o terreno do seu lar, do seu coração, dos lugares onde você pisa? Você tem cuidado como uma boa jardineira? A verdade é que, às vezes, não é o ambiente que está difícil, somos nós que estamos fracas. Não regamos, não cuidamos, não limpamos o que precisa ser limpo.</p>
<p>Deus, como o perfeito Jardineiro, está sempre pronto para trabalhar no nosso terreno. Às vezes, Ele precisa mudar o ambiente. Outras vezes, é a nossa disposição que precisa mudar, nem sempre é “apenas só oração”. É no nosso dia a dia, no ordinário que Ele nos molda, no nosso jardim secreto. Ele fertiliza o solo, cuida das raízes e, quando necessário, nos transplanta para um lugar mais favorável.</p>
<p>Destaco um trecho do livro “Experiência do Lar” que eu gosto muito de lembrar: como mulheres, definimos o tom de positividade em nosso lar.” E como está o tom do seu lar? Como está o solo do seu lar?</p>
<p>Podemos ser como a oliveira, profundamente enraizadas em Deus, resistentes, esperançosas, sempre úteis, até mesmo com o que se solta de nós, com o que não cabe mais em nós. Ou podemos ser como folhas soltas, que o vento leva sem propósito. </p>
<p>E qual tem sido o seu propósito?<br />
Será mesmo por Jesus?<br />
A escolha é sua!</p>
<p>Vamos cuidar do solo.<br />
Vamos ser jardineiras que refletem o bom Jardineiro que é o nosso Pai.</p>
<p>&#8220;Certa vez, as árvores resolveram ungir um rei para si. Disseram à oliveira: ‘Seja o nosso rei’. Mas a oliveira respondeu: ‘Deveria eu renunciar ao meu azeite, que é usado para honrar a Deus e aos homens, para dominar sobre as árvores?’&#8221; Juízes 9:8-9<br />
</span>
				</div>
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							<img loading="lazy" alt="de mae para maes" src="https://vozes.pt/wp-content/uploads/rtMedia/users/11/2024/11/de-mae-para-maes-1-450x320.png" />
						</div>
<div class="rtmedia-item-title" style='max-width:450px;' >
<p>								de mae para maes</p></div>
<p>					</a></li>
</ul>
</div>
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							</item>
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				<title>Luciana Costa publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/87/#acomment-132</link>
				<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 11:59:22 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<p><a href='https://vozes.pt/members-2/cacaunano/' rel="nofollow ugc">@cacaunano</a> e as sementes muitas das vezes s&atilde;o geradas atrav&eacute;s do nosso ouvido. O que estamos ouvindo gera algo em n&oacute;s, bom e/ou ruim.</p>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/demaeparamaes/">Luciana Costa</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>O que eu tenho permitido entrar?

No último sábado, entre mulheres que, como eu, carregam a força de viver o extraordinário na rotina do ordinário, fui confrontada por uma palavra que mexeu com os alicerces do meu coração. 1 Tessalonicenses 5:16-18 dizia: “Alegrem-se sempre. Orem continuamente. Dêem graças em todas as circunstâncias…” Era mais do que um versículo decorado, era um chamado à vida. Ali, no encontro de #SisterHood, a pergunta tomou forma: o que eu tenho permitido alimentar dentro de mim?

A reflexão me levou a separar alegria de felicidade. Felicidade é efêmera, um brilho passageiro. Mas a alegria... ela vem de Deus. Ela é profunda, constante, não se quebra com tempestades. Foi impossível não pensar na maternidade, onde cada dia carrega desafios que testam nossa paciência e força. Será que eu tenho buscado essa alegria eterna para transbordar nos momentos difíceis? Ou tenho me deixado levar por algo raso, que evapora no primeiro grito ou birra?

Ontem, como quem recebe um lembrete divino, uma amiga me perguntou: “Você quer guardar o seu coração?” De imediato, lembrei daquelas palavras de sábado. O que entra no meu coração através dos ouvidos afeta tudo, minhas decisões, meus filhos, o ambiente da minha casa. Guardar o coração não é apenas sobre mim; é sobre os pequenos que crescem ao som da minha voz, das minhas escolhas, do que permito germinar dentro de mim. Respondi sem hesitar: “Sim, quero guardar o meu coração, e não quero ouvir/saber.” Mas entendi que isso não é algo que se faz uma vez; é diário, constante.

Foi então que visualizei essa verdade: o ouvido é um útero. Cada palavra que ouço, cada som que entra, carrega uma semente. E essas sementes criam vida dentro de mim, para o bem ou para o mal. Nós, mães, não só ouvimos, geramos. O que estamos permitindo que cresça em nossos corações? Paz ou caos? Verdade ou dúvida? Porque, inevitavelmente, essas sementes se tornam frutos que oferecemos ao mundo e, especialmente, aos nossos filhos.

Provérbios 4:23 nos lembra: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração...” Guardar o coração não é só uma defesa; é um ato de amor. Filtrar o que entra pelos ouvidos, pelas emoções, pelas escolhas, é proteger a fonte de onde tudo flui. Se o coração é a raiz, o que estamos permitindo que o alimente? Palavras edificantes ou as vozes que nos roubam a alegria e desviam nossos olhos de Deus?

E então, a pergunta ecoa mais uma vez: o que eu tenho permitido entrar?  
O que entra em você determinará o que você entrega ao mundo, à sua família, aos seus filhos. Talvez seja hora de silenciar o barulho, de filtrar melhor, de escolher. Talvez seja o momento de fazer aquela oração: “Senhor, guarda o meu coração. Fecha as portas para o que me afasta de Ti e abre para o que me aproxima da Tua alegria.”

Tudo começa de dentro para fora. A maternidade é um reflexo do que carregamos no coração. Que possamos proteger, cuidar e semear o que é bom. Afinal, aquilo que germinamos em nós é o que deixaremos crescer neles.

&#x1f90d;&#x1f331; de mãe para mães </span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/demaeparamaes/media/15/">
						<div class="rtmedia-item-thumbnail">
							<img alt="de mae para mães" src="https://vozes.pt/wp-content/uploads/rtMedia/users/11/2024/11/de-mae-para-maes-450x320.png" />
						</div>
						<div class="rtmedia-item-title">
							<h4 title="de mae para mães">
								de mae para mães
							</h4>
						</div>
					</a></li></ul></div>			]]></content:encoded>
				
				
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				<title>Luciana Costa publicou uma actualização</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/98/</link>
				<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 10:55:58 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Vamos sentar à mesa? :) Nem todo vinho é para todas as mesas.</p>
<p>Nos últimos tempos, tenho vivido processos e transições que o Senhor tem falado e confirmado ao meu coração. E, sabe, é aqui, neste momento de escrita, que encontro um dos meus lugares secretos. É aqui que consigo ouvir com clareza a voz do Pai me dizendo: Filha!</p>
<p>Você já se sentiu como se não coubesse em lugar algum? Como se a sua essência, o que Deus tem feito em você, fosse diferente demais para os espaços onde tenta se encaixar? Talvez, você esteja vivendo o que acabou de pulsar no meu coração: Filha, não se encaixar pode ser um presente.</p>
<p>Todos os dias sou transformada. Quem eu sou hoje não é a mesma pessoa de ontem. Todo dia tem batalha dentro de mim. Todo dia enfrento os gigantes que tentam me puxar para longe do que Deus tem para mim. Alguns dias são de vitória. Outros, confesso, são mais difíceis. Mas é aí que entra algo muito poderoso: o processo.</p>
<p>Na Bíblia, Jesus nos dá uma imagem tão clara disso ao falar sobre vinho novo e vasilhas velhas: “E ninguém põe vinho novo em vasilhas de couro velhas, pois o vinho novo romperá as vasilhas, e o vinho se perderá, e as vasilhas também” (Lucas 5:37). Pense comigo: se o vinho novo é o que Deus está fazendo em nossas vidas, o processo de transformação, então as vasilhas velhas representam tudo aquilo que não pode mais carregar quem estamos nos tornando.</p>
<p>Eu já tive o privilégio de visitar algumas vinícolas. Lugares incríveis no Brasil, na Argentina, no Chile, no Uruguai, na França, nos Estados Unidos&#8230; Cada vinícola tem seu próprio processo, seus próprios segredos. Mas sabe o que me impressiona? Todas elas falam com tanto cuidado sobre onde o vinho é armazenado: tonéis de carvalho, madeira nobre, preparados para um vinho específico. É o ambiente certo para o processo certo.</p>
<p>E sabe o que isso me ensinou? Nem todo vinho é para todos os paladares. E nem todo ambiente está preparado para o que Deus está fazendo em você. E tá tudo bem. O vinho que passou pelo esmagamento, pela espera, pelo tempo, não é qualquer um que vai conseguir valorizar. Isso não diminui o valor do vinho. Nem de quem você está se tornando.</p>
<p>Deus tem seus próprios “tonéis” para cada fase da nossa vida: o lugar do esmagamento, onde sentimos dor, mas começamos a descobrir quem somos; o lugar da espera, onde o tempo refina o que há de melhor em nós; e o lugar da celebração, onde finalmente somos desfrutadas por aqueles que conseguem reconhecer o valor do que Deus fez.</p>
<p>Então, se você não se encaixa em algumas mesas, talvez isso seja Deus protegendo o que Ele está derramando na sua vida. Nem todo lugar merece o vinho novo. E quando parece que você foi rejeitada, pode ser que Deus esteja apenas te arremessando na direção do propósito, do lugar certo, onde você vai transbordar.</p>
<p>O presente do não se encaixar é o que te empurra para o que realmente importa.</p>
<p>“Filha, e quando você entender isso, vai perceber: não é sobre ser aceita em qualquer lugar. É sobre ser preparada para o lugar certo.”</p>
<p>Certamente, você já ouviu alguém dizer: “Esse vinho é para a formatura do meu filho. Esse vinho é para o casamento do meu filho.” Nem todo vinho é para todas as mesas. E quem se lembra que o melhor vinho foi servido apenas no final da festa? Assim foi no primeiro milagre de Jesus.</p>
<p>Nem todo vinho é para todas as mesas.</p>
<p>Foto: Vinícola &#8211; Quinta da Pacheca, Portugal.</span>
				</div>
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							<img loading="lazy" alt="de mae para maes portugal" src="https://vozes.pt/wp-content/uploads/rtMedia/users/11/2024/11/de-mae-para-maes-portugal-450x320.jpg" />
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<p>								de mae para maes portugal</p></div>
<p>					</a></li>
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				<title>Luciana Costa publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/87/#acomment-97</link>
				<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 10:35:47 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">@cristianiruiz Cris, falou muito comigo sobre a maternidade, sobre cada palavra que ouço, cada som que entra, carrega uma semente. E essas sementes criam vida dentro de&#8230;</div>
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</div>
<p><span class="activity-read-more" id="activity-read-more-97"><a href="https://vozes.pt/activity-2/p/87/#acomment-97" rel="nofollow ugc">Ler mais</a></span></p>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/demaeparamaes/">Luciana Costa</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>O que eu tenho permitido entrar?

No último sábado, entre mulheres que, como eu, carregam a força de viver o extraordinário na rotina do ordinário, fui confrontada por uma palavra que mexeu com os alicerces do meu coração. 1 Tessalonicenses 5:16-18 dizia: “Alegrem-se sempre. Orem continuamente. Dêem graças em todas as circunstâncias…” Era mais do que um versículo decorado, era um chamado à vida. Ali, no encontro de #SisterHood, a pergunta tomou forma: o que eu tenho permitido alimentar dentro de mim?

A reflexão me levou a separar alegria de felicidade. Felicidade é efêmera, um brilho passageiro. Mas a alegria... ela vem de Deus. Ela é profunda, constante, não se quebra com tempestades. Foi impossível não pensar na maternidade, onde cada dia carrega desafios que testam nossa paciência e força. Será que eu tenho buscado essa alegria eterna para transbordar nos momentos difíceis? Ou tenho me deixado levar por algo raso, que evapora no primeiro grito ou birra?

Ontem, como quem recebe um lembrete divino, uma amiga me perguntou: “Você quer guardar o seu coração?” De imediato, lembrei daquelas palavras de sábado. O que entra no meu coração através dos ouvidos afeta tudo, minhas decisões, meus filhos, o ambiente da minha casa. Guardar o coração não é apenas sobre mim; é sobre os pequenos que crescem ao som da minha voz, das minhas escolhas, do que permito germinar dentro de mim. Respondi sem hesitar: “Sim, quero guardar o meu coração, e não quero ouvir/saber.” Mas entendi que isso não é algo que se faz uma vez; é diário, constante.

Foi então que visualizei essa verdade: o ouvido é um útero. Cada palavra que ouço, cada som que entra, carrega uma semente. E essas sementes criam vida dentro de mim, para o bem ou para o mal. Nós, mães, não só ouvimos, geramos. O que estamos permitindo que cresça em nossos corações? Paz ou caos? Verdade ou dúvida? Porque, inevitavelmente, essas sementes se tornam frutos que oferecemos ao mundo e, especialmente, aos nossos filhos.

Provérbios 4:23 nos lembra: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração...” Guardar o coração não é só uma defesa; é um ato de amor. Filtrar o que entra pelos ouvidos, pelas emoções, pelas escolhas, é proteger a fonte de onde tudo flui. Se o coração é a raiz, o que estamos permitindo que o alimente? Palavras edificantes ou as vozes que nos roubam a alegria e desviam nossos olhos de Deus?

E então, a pergunta ecoa mais uma vez: o que eu tenho permitido entrar?  
O que entra em você determinará o que você entrega ao mundo, à sua família, aos seus filhos. Talvez seja hora de silenciar o barulho, de filtrar melhor, de escolher. Talvez seja o momento de fazer aquela oração: “Senhor, guarda o meu coração. Fecha as portas para o que me afasta de Ti e abre para o que me aproxima da Tua alegria.”

Tudo começa de dentro para fora. A maternidade é um reflexo do que carregamos no coração. Que possamos proteger, cuidar e semear o que é bom. Afinal, aquilo que germinamos em nós é o que deixaremos crescer neles.

&#x1f90d;&#x1f331; de mãe para mães </span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/demaeparamaes/media/15/">
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							<img alt="de mae para mães" src="https://vozes.pt/wp-content/uploads/rtMedia/users/11/2024/11/de-mae-para-maes-450x320.png" />
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							<h4 title="de mae para mães">
								de mae para mães
							</h4>
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				<title>Luciana Costa publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/87/#acomment-96</link>
				<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 10:34:10 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span><a href='https://vozes.pt/members-2/camila/' rel="nofollow ugc">@camila</a> Deus é perfeito! Ele usa a mesma voz, a mesma fala, o mesmo trecho. mas trata individualmente. Ele conhece os nossos corações e sabe o que cada uma de nós precisa.</span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/demaeparamaes/">Luciana Costa</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>O que eu tenho permitido entrar?

No último sábado, entre mulheres que, como eu, carregam a força de viver o extraordinário na rotina do ordinário, fui confrontada por uma palavra que mexeu com os alicerces do meu coração. 1 Tessalonicenses 5:16-18 dizia: “Alegrem-se sempre. Orem continuamente. Dêem graças em todas as circunstâncias…” Era mais do que um versículo decorado, era um chamado à vida. Ali, no encontro de #SisterHood, a pergunta tomou forma: o que eu tenho permitido alimentar dentro de mim?

A reflexão me levou a separar alegria de felicidade. Felicidade é efêmera, um brilho passageiro. Mas a alegria... ela vem de Deus. Ela é profunda, constante, não se quebra com tempestades. Foi impossível não pensar na maternidade, onde cada dia carrega desafios que testam nossa paciência e força. Será que eu tenho buscado essa alegria eterna para transbordar nos momentos difíceis? Ou tenho me deixado levar por algo raso, que evapora no primeiro grito ou birra?

Ontem, como quem recebe um lembrete divino, uma amiga me perguntou: “Você quer guardar o seu coração?” De imediato, lembrei daquelas palavras de sábado. O que entra no meu coração através dos ouvidos afeta tudo, minhas decisões, meus filhos, o ambiente da minha casa. Guardar o coração não é apenas sobre mim; é sobre os pequenos que crescem ao som da minha voz, das minhas escolhas, do que permito germinar dentro de mim. Respondi sem hesitar: “Sim, quero guardar o meu coração, e não quero ouvir/saber.” Mas entendi que isso não é algo que se faz uma vez; é diário, constante.

Foi então que visualizei essa verdade: o ouvido é um útero. Cada palavra que ouço, cada som que entra, carrega uma semente. E essas sementes criam vida dentro de mim, para o bem ou para o mal. Nós, mães, não só ouvimos, geramos. O que estamos permitindo que cresça em nossos corações? Paz ou caos? Verdade ou dúvida? Porque, inevitavelmente, essas sementes se tornam frutos que oferecemos ao mundo e, especialmente, aos nossos filhos.

Provérbios 4:23 nos lembra: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração...” Guardar o coração não é só uma defesa; é um ato de amor. Filtrar o que entra pelos ouvidos, pelas emoções, pelas escolhas, é proteger a fonte de onde tudo flui. Se o coração é a raiz, o que estamos permitindo que o alimente? Palavras edificantes ou as vozes que nos roubam a alegria e desviam nossos olhos de Deus?

E então, a pergunta ecoa mais uma vez: o que eu tenho permitido entrar?  
O que entra em você determinará o que você entrega ao mundo, à sua família, aos seus filhos. Talvez seja hora de silenciar o barulho, de filtrar melhor, de escolher. Talvez seja o momento de fazer aquela oração: “Senhor, guarda o meu coração. Fecha as portas para o que me afasta de Ti e abre para o que me aproxima da Tua alegria.”

Tudo começa de dentro para fora. A maternidade é um reflexo do que carregamos no coração. Que possamos proteger, cuidar e semear o que é bom. Afinal, aquilo que germinamos em nós é o que deixaremos crescer neles.

&#x1f90d;&#x1f331; de mãe para mães </span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/demaeparamaes/media/15/">
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							<h4 title="de mae para mães">
								de mae para mães
							</h4>
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				<title>Luciana Costa publicou uma actualização</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/87/</link>
				<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 14:16:02 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span>O que eu tenho permitido entrar?</p>
<p>No último sábado, entre mulheres que, como eu, carregam a força de viver o extraordinário na rotina do ordinário, fui confrontada por uma palavra que mexeu com os alicerces do meu coração. 1 Tessalonicenses 5:16-18 dizia: “Alegrem-se sempre. Orem continuamente. Dêem graças em todas as circunstâncias…” Era mais do que um versículo decorado, era um chamado à vida. Ali, no encontro de <a href="https://vozes.pt/activity-2/?activity_search=%23SisterHood" class="hashtag" rel="nofollow">#SisterHood</a>, a pergunta tomou forma: o que eu tenho permitido alimentar dentro de mim?</p>
<p>A reflexão me levou a separar alegria de felicidade. Felicidade é efêmera, um brilho passageiro. Mas a alegria&#8230; ela vem de Deus. Ela é profunda, constante, não se quebra com tempestades. Foi impossível não pensar na maternidade, onde cada dia carrega desafios que testam nossa paciência e força. Será que eu tenho buscado essa alegria eterna para transbordar nos momentos difíceis? Ou tenho me deixado levar por algo raso, que evapora no primeiro grito ou birra?</p>
<p>Ontem, como quem recebe um lembrete divino, uma amiga me perguntou: “Você quer guardar o seu coração?” De imediato, lembrei daquelas palavras de sábado. O que entra no meu coração através dos ouvidos afeta tudo, minhas decisões, meus filhos, o ambiente da minha casa. Guardar o coração não é apenas sobre mim; é sobre os pequenos que crescem ao som da minha voz, das minhas escolhas, do que permito germinar dentro de mim. Respondi sem hesitar: “Sim, quero guardar o meu coração, e não quero ouvir/saber.” Mas entendi que isso não é algo que se faz uma vez; é diário, constante.</p>
<p>Foi então que visualizei essa verdade: o ouvido é um útero. Cada palavra que ouço, cada som que entra, carrega uma semente. E essas sementes criam vida dentro de mim, para o bem ou para o mal. Nós, mães, não só ouvimos, geramos. O que estamos permitindo que cresça em nossos corações? Paz ou caos? Verdade ou dúvida? Porque, inevitavelmente, essas sementes se tornam frutos que oferecemos ao mundo e, especialmente, aos nossos filhos.</p>
<p>Provérbios 4:23 nos lembra: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração&#8230;” Guardar o coração não é só uma defesa; é um ato de amor. Filtrar o que entra pelos ouvidos, pelas emoções, pelas escolhas, é proteger a fonte de onde tudo flui. Se o coração é a raiz, o que estamos permitindo que o alimente? Palavras edificantes ou as vozes que nos roubam a alegria e desviam nossos olhos de Deus?</p>
<p>E então, a pergunta ecoa mais uma vez: o que eu tenho permitido entrar?<br />
O que entra em você determinará o que você entrega ao mundo, à sua família, aos seus filhos. Talvez seja hora de silenciar o barulho, de filtrar melhor, de escolher. Talvez seja o momento de fazer aquela oração: “Senhor, guarda o meu coração. Fecha as portas para o que me afasta de Ti e abre para o que me aproxima da Tua alegria.”</p>
<p>Tudo começa de dentro para fora. A maternidade é um reflexo do que carregamos no coração. Que possamos proteger, cuidar e semear o que é bom. Afinal, aquilo que germinamos em nós é o que deixaremos crescer neles.</p>
<p>&#x1f90d;&#x1f331; de mãe para mães </span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list">
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							<img loading="lazy" alt="de mae para mães" src="https://vozes.pt/wp-content/uploads/rtMedia/users/11/2024/11/de-mae-para-maes-450x320.png" />
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<div class="rtmedia-item-title" style='max-width:450px;' >
<p>								de mae para mães</p></div>
<p>					</a></li>
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				<title>Luciana Costa publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/58/#acomment-85</link>
				<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 13:29:33 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span><a href='https://vozes.pt/members-2/cacaunano/' rel="nofollow ugc">@cacaunano</a> Você falou sobre isso em nosso último encontro de mães &lt;3 que lindo Clau.<br />
</span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cacaunano/">Claudia Nano</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Há beleza nos dias cinzas.
Às vezes acordamos e pensamos: “Poxa, está um dia feio, me traz tristeza, desânimo.” 
Eu sempre gostei de dias cinzas. 
Me levava a refletir:
“O que posso fazer hoje?
Mas hoje é um dia desses.”
Me fez refletir sobre 
A bondade de Deus.
Como Ele está tão perto e enxergamos tão longe. 
Como Ele se fez homem e passou por dias cinzas e viu beleza neles.
Nos dias cinzas o que lhe resta fazer?
Viver.
Viva hoje como se fosse o último.
Ame os seus, seja agradecida. Medite na palavra de Deus.
O foco principal deveria ser:
“Deus permitiu que as suas misericórdias se renovassem na minha vida.
Eu tenho uma nova chance de ser melhor que ontem.
Se está chovendo, ensolarado ou só cinza.

Eu escolho está contente em toda e qualquer situação.” Filipenses 4:11
</span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/cacaunano/media/7/">
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						<div class="rtmedia-item-title">
							<h4 title="IMG_5577">
								IMG_5577
							</h4>
						</div>
					</a></li></ul></div>			]]></content:encoded>
				
				
							</item>
					<item>
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				<title>Luciana Costa escreveu uma nova publicação</title>
				<link>https://vozes.pt/?p=663</link>
				<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 14:28:55 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="https://vozes.pt/?p=663" rel="nofollow ugc">O Caminho para dentro</a></strong><a href="https://vozes.pt/?p=663" rel="nofollow ugc"><img loading="lazy" src="https://vozes.pt/wp-content/uploads/2024/11/Foto-2.jpg" /></a> Parar, escutar e seguir: o caminho para dentro.     Resistir machuca. Resistir atrasa. Resistir desgasta.    Quantas vezes nos debatemos contra o próprio <a href="https://vozes.pt/?p=663" rel="nofollow ugc"><span>[&hellip;]</span></a></p>
]]></content:encoded>
				
				
							</item>
					<item>
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				<title>Luciana Costa publicou uma actualização</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/55/</link>
				<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 10:14:03 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Parar, Escutar e Seguir: O Caminho para Dentro</p>
<p>Resistir machuca. Resistir atrasa. Resistir desgasta.</p>
<p>Quantas vezes nos debatemos contra o próprio caminho, como se cada dificuldade fosse algo a ser combatido? E se o desafio não for um inimigo, como muitas vezes imaginamos, mas um convite? O desconforto de hoje, as pausas forçadas, os desvios inesperados&#8230; E se tudo isso for uma forma de nos preparar, de nos alinhar para o próximo passo? Às vezes, o que chamamos de atraso é apenas o ritmo necessário para entender a nós mesmas, para amadurecer.</p>
<p>Esses momentos de espera ou de incerteza podem parecer estéreis, mas eles carregam uma riqueza que só se revela quando paramos de resistir. Como uma semente que precisa do escuro e do tempo para germinar, nós também precisamos desse espaço entre o agora e o que desejamos. A vida muda constantemente e, muitas vezes, nos pede para mudar junto com ela. Seja um casamento, uma gravidez, um novo trabalho, uma mudança de país, uma fase de aprendizado inesperado&#8230; Cada transição traz à tona novas versões de nós mesmas. Mas, para que essas versões apareçam, é preciso abrir mão do controle e confiar que o processo nos levará onde precisamos estar.</p>
<p>Agora, imagine uma situação cotidiana, vou compartilhar algo que aconteceu comigo ontem. Você já ficou presa no trânsito, vendo o aplicativo Waze (ou o que você usa) recalcular a rota a cada novo obstáculo? Cada desvio parece uma perda de tempo, e a vontade de ignorar as instruções e seguir por conta própria é enorme. Mas o Waze só recalcula porque enxerga o que não conseguimos ver: um bloqueio à frente, um engarrafamento mais adiante. Muitas vezes, insistir no caminho que parece mais rápido só nos faz demorar ainda mais. E não é assim também com a vida? Em vez de correr para “chegar lá”, às vezes precisamos aceitar os desvios como parte do percurso, e não como algo que se atravessa no nosso caminho.</p>
<p>Aprender a desacelerar é um exercício de paciência que transforma o que somos. Passei anos cozinhando feijão na panela de pressão, acreditando que o “tempo mais rápido” fosse sempre a melhor opção. Mas um dia resolvi tentar o processo mais lento: deixei o feijão de molho, cozinhei em fogo baixo, dei tempo ao tempo. O resultado é diferente. Hoje, em casa, o feijão tem mais sabor, mais textura; parece que cada minuto adicionou algo a mais. E talvez amadurecer seja isso também: deixar de apressar o processo e entender que o tempo da vida não é o tempo do relógio (cronos). Nosso tempo é o tempo perfeito de Deus – o tempo de kairós.</p>
<p>Hoje, estou aprendendo a ouvir a voz que me guia por dentro. Paro para escutar, paro em secreto com Ele, para me conectar com o que me chama a seguir, mesmo quando o caminho é incerto, porque confio na voz dEle.</p>
<p>Se você chegou até aqui e leu até o fim, quero te convidar a fazer o mesmo: respire, encontre esse momento de pausa, busque esse momento de secreto com Ele. Há um sentido em tudo, e nem sempre precisamos entender o propósito de imediato. Muitas vezes, basta a calma de obedecer, de dar um passo por vez, de aceitar que o processo, com tudo o que ele traz, é o caminho mais seguro para chegar onde precisamos estar.</p>
<p>Pare. Escute. Siga o ritmo. E veja como o tempo faz tudo se alinhar.</p>
<p>&#8220;Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará.&#8221; Salmos 37:5<br />
</span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list">
<li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/demaeparamaes/media/6/" rel="nofollow ugc">
<div class="rtmedia-item-thumbnail">
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						</div>
<div class="rtmedia-item-title" style='max-width:450px;' >
<p>								de mae para maes_lucianacosta</p></div>
<p>					</a></li>
</ul>
</div>
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									<slash:comments>1</slash:comments>
				
							</item>
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				<title>Luciana Costa publicou uma actualização</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/52/</link>
				<pubDate>Wed, 06 Nov 2024 22:11:42 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span>A Palavra do Senhor veio</p>
<p>Ontem à noite, tudo estava calmo. Era uma dessas noites de outono em que o ar entra leve pela janela e cada som parece ficar em silêncio. Os meninos já dormiam no quarto ao lado, e eu me preparava para me deitar. Sabe aquele momento em que o mundo parece desacelerar? Foi exatamente ali, nesse espaço entre a vigília e o sono, que tudo começou.</p>
<p>No meio do silêncio, senti algo, uma brisa suave, como uma voz interna que dizia: “Filha, quero te dizer algo.” Tentei ignorar. Me virava de um lado para o outro, fechava os olhos, mas a voz continuava, cada vez mais nítida: “Filha, quero falar com você. Jeremias.” Por fim, sem mais resistir, alcancei a Bíblia e, na lanterna do celular, procurei o trecho que Ele mencionara: Jeremias, capítulo 1.</p>
<p>Na passagem, Deus pergunta a Jeremias o que ele vê, e Jeremias responde que vê uma vara de amendoeira. Ao ouvir isso, Deus responde: “Isso mesmo, Jeremias, porque estou vigilante para cumprir a minha palavra.” E foi ali que tudo começou a fazer sentido de uma forma diferente. A Palavra do Senhor estava vindo, e Ele usava a amendoeira para falar comigo também.</p>
<p>A amendoeira na língua hebraica, seu nome soa como “vigiar” ou “velar”. Um jogo de palavras que Deus usou para mostrar que Ele está sempre atento, sempre olhando por nós e cumprindo o que prometeu. Deus usou a imagem da amendoeira como um lembrete de Sua presença vigilante e constante. Assim como Ele cuidava de Jeremias, Ele também estava ali para mim.</p>
<p>E, de repente, fui tomada pela imagem dessa árvore que floresce primeiro, que se abre em pleno inverno, antes mesmo que qualquer sinal de primavera surja. Senti que Deus me chamava para ser como a amendoeira, essa árvore que brota mesmo em dias mais frios, cheia de coragem, como um sinal de renovação. Ele sussurrava ao meu coração: </p>
<p>&#8220;Filha, você é essa mulher amendoeira. Aquela que eu trouxe no primeiro dia do ano, quando o calendário ainda é uma folha em branco, e floresce sem esperar condições perfeitas. Você traz luz aos que estão no frio, sendo o lembrete vivo de que a primavera sempre vem, que o novo sempre chega.&#8221;</p>
<p>Naquele momento, senti o peso e a beleza de tudo isso. Ser uma mulher-amendoeira, aquela que floresce mesmo antes da primavera, que se permite renovar mesmo quando tudo parece estagnado. E então, a voz continuou:</p>
<p>&#8220;Como a amendoeira finca raízes profundas, eu te dei uma base firme, enraizada em tudo que vive no seu coração, na sua fé. Quando os ventos soprarem, quando o frio te envolver, é dessas raízes que virá sua força. Assim como Eu estou atento e vigilante para cumprir minha Palavra, você também é chamada a florescer com a certeza de que estou sempre com você.&#8221;</p>
<p>Eu via a amendoeira em minha mente, suas flores brancas e rosadas como um milagre no meio do inverno, lembrando que a esperança nasce primeiro em quem acredita. Fiquei ali, refletindo sobre o papel dessa árvore, que além da beleza também gera frutos. Deus parecia dizer que, como a amendoeira, somos chamadas a dar frutos de bondade, de fé e paciência, cultivados com o tempo. </p>
<p>&#8220;Filha, saiba que a amendoeira não floresce só para si. Ela ilumina o caminho de quem precisa de esperança. E assim, eu te fiz para nutrir os que estão ao seu redor, sem pressa, no tempo certo. Não tema, você é minha amendoeira em flor. E te darei força para cada estação.”</p>
<p>A voz foi se aquietando, e a noite voltou ao seu silêncio. Ali, naquela quietude, entendi o que Deus queria me mostrar sobre ser vigilante, sobre florescer com esperança, sobre confiar nas raízes que sustentam. Apaguei a lanterna, mas os pensamentos continuaram a sentir o vento fresco.</p>
<p>Enquanto tentava dormir, algo me dizia que eu precisava registrar isso, partilhar o que tinha ouvido. Onde eu poderia escrever tudo isso, expressar o que Ele me revelou? Essa pergunta era como uma brisa em meu pensamento até eu adormecer.</p>
<p>Hoje de manhã, ao pegar o celular, o primeiro post que apareceu foi do Projeto Vozes, uma comunidade linda que dá espaço para mulheres transbordarem suas histórias, escreverem e encontrarem sua voz. Entendi que ali era o lugar certo para essas palavras. Eu precisava contar essa experiência e, quem sabe, tocar outras mulheres que, como eu, podem precisar de um lembrete: que há uma vigilância amorosa sobre nós, que há uma primavera dentro de cada uma, mesmo nos dias mais frios.<br />
Escolha Florescer!</p>
<p>Jeremias 1:11-12<br />
E a palavra do Senhor veio a mim: &#8220;O que você vê, Jeremias?&#8221; Vejo o ramo de uma amendoeira, respondi.<br />
O Senhor me disse: &#8220;Você viu bem, pois estou vigiando para que a minha palavra se cumpra&#8221;.</p>
<p></span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list">
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						</div>
<div class="rtmedia-item-title" style='max-width:450px;' >
<p>								amendoeira em flor_luciana costa</p></div>
<p>					</a></li>
</ul>
</div>
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							</item>
		
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