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	<title>Vozes | Luciana Costa | Menções</title>
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	<description>Fluxo de actividade mencionando Luciana Costa.</description>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/222/#acomment-231</link>
				<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 13:52:48 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">@demaeparamaes seus textos sempre tão lindos e profundos, e aqui no Vozes consigo ver um diário lindo do que Deus tem ministrado os nossos corações. O melhor de tudo iss&#8230;</div>
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<p><span class="activity-read-more" id="activity-read-more-231"><a href="https://vozes.pt/activity-2/p/222/#acomment-231" rel="nofollow ugc">Ler mais</a></span></p>
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				<a href="https://vozes.pt/members-2/demaeparamaes/">Luciana Costa</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>O Valor das Pequenas Coisas
Existem dias em que a vida nos obriga a parar, e, por mais desconfortável que isso pareça, foi nesse silêncio forçado que fui presenteada com memórias que aquecem o coração. Hoje foi um desses dias. Entre tosses incessantes, dor no corpo e uma voz que resolveu me abandonar, encontrei-me deitada na cama até às 13h, no meio de uma quarta-feira, enquanto o vento frio de uma manhã de inverno sussurrava lá fora. E foi ali, com as glândulas inflamadas e a mente inquieta, que decidi dar voz aos meus pensamentos.

Lembrei-me da minha infância, daqueles verões que pareciam não ter fim, especialmente os janeiros longos, com o sabor das férias na casa de praia da minha avó. Ah, como tenho lembranças memoráveis daquele lugar! Para alguns, poderia ser apenas uma casinha simples, mas para mim era um universo repleto de vida e significados. As refeições sempre eram à mesa, com todos os primos reunidos, muitas risadas e, claro, às vezes uns “arranca-cabelos” entre as primas. Enquanto outras casas ao redor ostentavam seus tamanhos e luxos, a nossa era um lar feito de amor, momentos únicos e uma alegria que só o simples pode proporcionar. E isso nos bastava!

A felicidade morava nos detalhes: o cheiro da maresia, os banhos demorados de mar, o céu estrelado com a fogueira nas noites de verão, os jogos de cartas e tabuleiro, e as conversas sem pressa. Foi ali, naquela simplicidade, que vivi algumas das memórias mais preciosas da minha vida. E foi também ali que, na adolescência, conheci o amor da minha vida, meu esposo, meu companheiro e amigo. Eu não sabia que aquele verão mudaria para sempre o meu destino, mas mudou.

Em meio a essas lembranças, me peguei pensando nas pressões do hoje, nas pressões do “ter”, e no desvio de valores sobre o que realmente significa ser próspero. Quando foi que deixamos de enxergar a beleza no agora, a beleza do que já temos hoje? Por que nos perdemos nessa constante necessidade de querer mais, de possuir mais? Será que não estamos nos privando da verdadeira alegria ao nos concentrarmos apenas no futuro? Em que momento deixamos de lado a capacidade de valorizar o presente?

A Bíblia nos lembra: “Sejam gratos em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus” (1 Tessalonicenses 5:18). E, pensando nisso, percebo que talvez a felicidade pregada no hoje esteja muito mais em ter e muito menos em ser. Ser grata. Ser presente. Ser inteira, mesmo em meio às imperfeições.

Enquanto olho para o passado, um sorriso me escapa ao lembrar da menina que eu fui, uma menina que ajudou a construir a mulher que sou hoje. Ela não desejava ter, ela queria sentir, viver, aproveitar o presente. Claro, ela sonhava com o futuro quando olhava para as estrelas, lembro-me de: “Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, desperta.” E me pergunto: será que ainda estou ouvindo aquela menina? Sim, tenho olhado para dentro, sem deixar de olhar para fora e sonhar.

Essas memórias me fizeram perceber algo interessante: o janeiro que trouxe todas essas lembranças era de verão, enquanto o janeiro que vivo hoje é inverno. As estações mudam, assim como nós mudamos, despertamos, mas o mês é o mesmo, e a essência permanece. A vida é assim. Há momentos quentes, vibrantes, cheios de energia, como o verão. E há momentos mais introspectivos, frios, que nos convidam ao recolhimento, como o inverno, como tem sido o meu hoje. Ambos têm seu valor, seu propósito, e ambos podem nos ensinar algo precioso.

O que importa é o que escolhemos fazer com cada “estação” que vivemos. Hoje, decido viver este janeiro de inverno com gratidão, aproveitando a calma que ele traz, assim como aproveitei os janeiros de verão com sua alegria ensolarada.

&#x1f90d; Viva hoje. Faça hoje. Ame hoje. As estações mudam, mas o valor da vida está em encontrar beleza e propósito em cada uma delas.

&#x1f33b; Escolha florescer em todas as estações.
&#x1f90d; Se você chegou até aqui nesse meu transbordar, te convido a fazer uma pausa para refletir:
&#x1f4ac; O que a menina que vive dentro de você ensinou para a mulher que você é hoje?
&#x1f4ac; O que te faz olhar para fora e sonhar, e o que te faz olhar para dentro e despertar?
&#x1f4ac; Qual é a preocupação sobre o futuro que você precisa entregar nas mãos do Pai para viver o hoje que Ele te entregou?
&#x1f4ac; Você tem valorizado as pequenas coisas de hoje?

\"Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu\" (Eclesiastes 3:1).

&#x1f331; Esse é o meu primeiro texto do ano, minha primeira voz, minha primícias em palavras. Mesmo sem voz literalmente, sinto que falo quando compartilho aqui, neste projeto que chamamos de “Vozes”. Que este seja o primeiro de muitos textos que aqueçam corações, assim como aqueceram o meu nesta manhã de inverno. &#x1f337;
</span>
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								IMG_7347
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/134/#acomment-135</link>
				<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 12:04:12 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">@demaeparamaes eu fico impressionada com os seus profundos textos. O seu início me fez lembrar de uma ministração que recebi do Senhor. Nela escrevi que há pro&#8230;</div>
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				<a href="https://vozes.pt/members-2/demaeparamaes/">Luciana Costa</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>A Jardineira

Será que é mesmo por Jesus que faço o que faço? Ou há orgulho escondido, ego sussurrando no fundo? Por vezes, me pergunto: é por Ele ou por vaidade? 

Será que só eu que faço essas perguntas?
Às vezes nos deparamos com situações no dia-a-dia que fazemos essas perguntas, não somente para nós, mas por situações que vemos decorrer em ambientes que estamos plantadas. 

Será mesmo por Jesus?

É duro, mas precisamos enfrentar essas perguntas, porque, às vezes, agimos como Jonas, fugindo do chamado, justificando nossa dureza. Nosso coração, quebradiço como é, precisa de lapidação constante, no jardim secreto. Só assim frutificamos em compaixão, mesmo quando isso significa perdoar quem nos feriu, abençoar quem nos machucou.

Hoje, no meu devocional, lembrei-me de Abimeleque. Ele tirou a vida de seus irmãos sobre uma pedra, e no final, foi esmagado por uma pedra também. Isso me fez pensar no “princípio do também”. Tudo o que fazemos volta para nós. Tudo o que plantamos, também colhemos. O que você semeia um dia também te alimenta. Não adianta: a pedra que atiramos para ferir, mais cedo ou mais tarde, retorna. Será que temos percebido isso?

Não é sobre ser a maior, a mais notada, ou a mais alta. 
É sobre frutificar. 
É sobre ser acessível. 

E já que essa reflexão está sendo guiada por uma jardineira, e as folhas, os frutos e as raízes? Tem uma árvore que muito nos ensina sobre isso, a oliveira de Juízes: ela não se orgulha de sua altura, mas sim de seus frutos. Uma oliveira quando é plantada em uma floresta ela cresce e pode ficar muito muito alta. Mas quando ela está plantada num jardim, possivelmente ela será podada para que suas azeitonas estejam ao alcance até de uma criança. No entanto, o que me encanta na oliveira não é só isso. É sua resistência, ela carrega esperança. Suas raízes são profundas o que a tornam inabalável, mesmo nas piores tempestades. E suas folhas? Nunca são inúteis, até as que caem servem de remédio. Mas sabe o que faz a diferença? Não é só a raiz, o fruto ou a folha: é o solo.

Uma oliveira plantada num deserto não prospera. Mas, perto da água, ela floresce e frutifica abundantemente. Ainda assim, nem sempre o terreno fértil parece convidativo, foi assim que me lembrei das videiras nas Ilhas Canárias, que crescem em solo vulcânico, entre cinzas ferventes. Ali, elas geram uvas que produzem um vinho único, com um sabor impossível de encontrar em outro lugar. O segredo? O jardineiro. É o cuidado dele que transforma um solo impossível, improvável, em terra de colheita.

E o seu solo? Como está o terreno do seu lar, do seu coração, dos lugares onde você pisa? Você tem cuidado como uma boa jardineira? A verdade é que, às vezes, não é o ambiente que está difícil, somos nós que estamos fracas. Não regamos, não cuidamos, não limpamos o que precisa ser limpo.

Deus, como o perfeito Jardineiro, está sempre pronto para trabalhar no nosso terreno. Às vezes, Ele precisa mudar o ambiente. Outras vezes, é a nossa disposição que precisa mudar, nem sempre é “apenas só oração”. É no nosso dia a dia, no ordinário que Ele nos molda, no nosso jardim secreto. Ele fertiliza o solo, cuida das raízes e, quando necessário, nos transplanta para um lugar mais favorável.

Destaco um trecho do livro “Experiência do Lar” que eu gosto muito de lembrar: como mulheres, definimos o tom de positividade em nosso lar.” E como está o tom do seu lar? Como está o solo do seu lar?

Podemos ser como a oliveira, profundamente enraizadas em Deus, resistentes, esperançosas, sempre úteis, até mesmo com o que se solta de nós, com o que não cabe mais em nós. Ou podemos ser como folhas soltas, que o vento leva sem propósito. 

E qual tem sido o seu propósito?
Será mesmo por Jesus?
A escolha é sua!

Vamos cuidar do solo. 
Vamos ser jardineiras que refletem o bom Jardineiro que é o nosso Pai.

\"Certa vez, as árvores resolveram ungir um rei para si. Disseram à oliveira: ‘Seja o nosso rei’. Mas a oliveira respondeu: ‘Deveria eu renunciar ao meu azeite, que é usado para honrar a Deus e aos homens, para dominar sobre as árvores?’\" Juízes 9:8-9
</span>
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								de mae para maes
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
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				<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 14:15:02 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">@demaeparamaes o seu texto fala tanto comigo, e é tão Portugal, né? Mas sabe de uma coisa? Esse projeto aqui, o Vozes, é justamente sobre isso. Deus me fez entender que&#8230;</div>
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</div>
<p><span class="activity-read-more" id="activity-read-more-101"><a href="https://vozes.pt/activity-2/p/98/#acomment-101" rel="nofollow ugc">Ler mais</a></span></p>
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				<a href="https://vozes.pt/members-2/demaeparamaes/">Luciana Costa</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Vamos sentar à mesa? :) Nem todo vinho é para todas as mesas.

Nos últimos tempos, tenho vivido processos e transições que o Senhor tem falado e confirmado ao meu coração. E, sabe, é aqui, neste momento de escrita, que encontro um dos meus lugares secretos. É aqui que consigo ouvir com clareza a voz do Pai me dizendo: Filha!

Você já se sentiu como se não coubesse em lugar algum? Como se a sua essência, o que Deus tem feito em você, fosse diferente demais para os espaços onde tenta se encaixar? Talvez, você esteja vivendo o que acabou de pulsar no meu coração: Filha, não se encaixar pode ser um presente.

Todos os dias sou transformada. Quem eu sou hoje não é a mesma pessoa de ontem. Todo dia tem batalha dentro de mim. Todo dia enfrento os gigantes que tentam me puxar para longe do que Deus tem para mim. Alguns dias são de vitória. Outros, confesso, são mais difíceis. Mas é aí que entra algo muito poderoso: o processo.

Na Bíblia, Jesus nos dá uma imagem tão clara disso ao falar sobre vinho novo e vasilhas velhas: “E ninguém põe vinho novo em vasilhas de couro velhas, pois o vinho novo romperá as vasilhas, e o vinho se perderá, e as vasilhas também” (Lucas 5:37). Pense comigo: se o vinho novo é o que Deus está fazendo em nossas vidas, o processo de transformação, então as vasilhas velhas representam tudo aquilo que não pode mais carregar quem estamos nos tornando.

Eu já tive o privilégio de visitar algumas vinícolas. Lugares incríveis no Brasil, na Argentina, no Chile, no Uruguai, na França, nos Estados Unidos... Cada vinícola tem seu próprio processo, seus próprios segredos. Mas sabe o que me impressiona? Todas elas falam com tanto cuidado sobre onde o vinho é armazenado: tonéis de carvalho, madeira nobre, preparados para um vinho específico. É o ambiente certo para o processo certo.

E sabe o que isso me ensinou? Nem todo vinho é para todos os paladares. E nem todo ambiente está preparado para o que Deus está fazendo em você. E tá tudo bem. O vinho que passou pelo esmagamento, pela espera, pelo tempo, não é qualquer um que vai conseguir valorizar. Isso não diminui o valor do vinho. Nem de quem você está se tornando.

Deus tem seus próprios “tonéis” para cada fase da nossa vida: o lugar do esmagamento, onde sentimos dor, mas começamos a descobrir quem somos; o lugar da espera, onde o tempo refina o que há de melhor em nós; e o lugar da celebração, onde finalmente somos desfrutadas por aqueles que conseguem reconhecer o valor do que Deus fez.

Então, se você não se encaixa em algumas mesas, talvez isso seja Deus protegendo o que Ele está derramando na sua vida. Nem todo lugar merece o vinho novo. E quando parece que você foi rejeitada, pode ser que Deus esteja apenas te arremessando na direção do propósito, do lugar certo, onde você vai transbordar.

O presente do não se encaixar é o que te empurra para o que realmente importa.

“Filha, e quando você entender isso, vai perceber: não é sobre ser aceita em qualquer lugar. É sobre ser preparada para o lugar certo.”

Certamente, você já ouviu alguém dizer: “Esse vinho é para a formatura do meu filho. Esse vinho é para o casamento do meu filho.” Nem todo vinho é para todas as mesas. E quem se lembra que o melhor vinho foi servido apenas no final da festa? Assim foi no primeiro milagre de Jesus.

Nem todo vinho é para todas as mesas.

Foto: Vinícola - Quinta da Pacheca, Portugal.</span>
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							<img alt="de mae para maes portugal" src="https://vozes.pt/wp-content/uploads/rtMedia/users/11/2024/11/de-mae-para-maes-portugal-450x320.jpg" />
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							<h4 title="de mae para maes portugal">
								de mae para maes portugal
							</h4>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/87/#acomment-91</link>
				<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 20:22:37 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">@demaeparamaes Que incrível essa metáfora com o útero! As mulheres já têm essa &#8220;fragilidade&#8221; no ouvir, e talvez por isso mesmo precisamos guardar ainda mais o nosso cora&#8230;</div>
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</div>
<p><span class="activity-read-more" id="activity-read-more-91"><a href="https://vozes.pt/activity-2/p/87/#acomment-91" rel="nofollow ugc">Ler mais</a></span></p>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/demaeparamaes/">Luciana Costa</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>O que eu tenho permitido entrar?

No último sábado, entre mulheres que, como eu, carregam a força de viver o extraordinário na rotina do ordinário, fui confrontada por uma palavra que mexeu com os alicerces do meu coração. 1 Tessalonicenses 5:16-18 dizia: “Alegrem-se sempre. Orem continuamente. Dêem graças em todas as circunstâncias…” Era mais do que um versículo decorado, era um chamado à vida. Ali, no encontro de #SisterHood, a pergunta tomou forma: o que eu tenho permitido alimentar dentro de mim?

A reflexão me levou a separar alegria de felicidade. Felicidade é efêmera, um brilho passageiro. Mas a alegria... ela vem de Deus. Ela é profunda, constante, não se quebra com tempestades. Foi impossível não pensar na maternidade, onde cada dia carrega desafios que testam nossa paciência e força. Será que eu tenho buscado essa alegria eterna para transbordar nos momentos difíceis? Ou tenho me deixado levar por algo raso, que evapora no primeiro grito ou birra?

Ontem, como quem recebe um lembrete divino, uma amiga me perguntou: “Você quer guardar o seu coração?” De imediato, lembrei daquelas palavras de sábado. O que entra no meu coração através dos ouvidos afeta tudo, minhas decisões, meus filhos, o ambiente da minha casa. Guardar o coração não é apenas sobre mim; é sobre os pequenos que crescem ao som da minha voz, das minhas escolhas, do que permito germinar dentro de mim. Respondi sem hesitar: “Sim, quero guardar o meu coração, e não quero ouvir/saber.” Mas entendi que isso não é algo que se faz uma vez; é diário, constante.

Foi então que visualizei essa verdade: o ouvido é um útero. Cada palavra que ouço, cada som que entra, carrega uma semente. E essas sementes criam vida dentro de mim, para o bem ou para o mal. Nós, mães, não só ouvimos, geramos. O que estamos permitindo que cresça em nossos corações? Paz ou caos? Verdade ou dúvida? Porque, inevitavelmente, essas sementes se tornam frutos que oferecemos ao mundo e, especialmente, aos nossos filhos.

Provérbios 4:23 nos lembra: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração...” Guardar o coração não é só uma defesa; é um ato de amor. Filtrar o que entra pelos ouvidos, pelas emoções, pelas escolhas, é proteger a fonte de onde tudo flui. Se o coração é a raiz, o que estamos permitindo que o alimente? Palavras edificantes ou as vozes que nos roubam a alegria e desviam nossos olhos de Deus?

E então, a pergunta ecoa mais uma vez: o que eu tenho permitido entrar?  
O que entra em você determinará o que você entrega ao mundo, à sua família, aos seus filhos. Talvez seja hora de silenciar o barulho, de filtrar melhor, de escolher. Talvez seja o momento de fazer aquela oração: “Senhor, guarda o meu coração. Fecha as portas para o que me afasta de Ti e abre para o que me aproxima da Tua alegria.”

Tudo começa de dentro para fora. A maternidade é um reflexo do que carregamos no coração. Que possamos proteger, cuidar e semear o que é bom. Afinal, aquilo que germinamos em nós é o que deixaremos crescer neles.

&#x1f90d;&#x1f331; de mãe para mães </span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/demaeparamaes/media/15/">
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								de mae para mães
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