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	<title>Vozes | Mônica Alves Escritora | Menções</title>
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	<description>Fluxo de actividade mencionando Mônica Alves Escritora.</description>
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/317/#acomment-328</link>
				<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 17:04:56 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span><a href='https://vozes.pt/members-2/cristianiruiz/' rel="nofollow ugc">@cristianiruiz</a> você já leu o texto da <a href='https://vozes.pt/members-2/monica-alves-escritora/' rel="nofollow ugc">@monica-alves-escritora</a> &#8220;A fórmula da juventude para as mulheres&#8221;? Está aqui na plataforma. Lê! Pois mexeu muito comigo. </span>
				</div>
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</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/cacaunano/">Claudia Nano</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>1 Coríntios 13:12
\"Porque agora vemos como em espelho, obscuramente; mas então veremos face a face; agora conheço em parte; mas então conhecerei como também sou conhecido.\"

Lendo 1 Coríntios 13, fiquei intrigada porque Paulo falou assim, pesquisei e na época de Paulo, os espelhos eram feitos de metal polido, e a imagem refletida neles era distorcida e imperfeita. Por isso, ele usou essa comparação para dizer que agora entendemos as coisas de forma limitada, como se víssemos um reflexo borrado. Só conheceremos tudo plenamente quando estivermos face a face com Deus.

Mas esse versículo também me ensina que, quanto mais nos aproximamos de Deus, mais clareza temos sobre quem realmente somos. Sem Ele, nossa visão sobre nós mesmos pode ser confusa e distorcida. Afinal, foi Deus quem nos criou, e só Ele nos conhece completamente.

No fim, ser completo só será alcançada na eternidade. Mas aqui e agora, buscar intimidade com Deus já nos ajuda a enxergar com mais verdade e menos confusão.</span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/cacaunano/media/76/">
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/271/#acomment-280</link>
				<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 21:38:35 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Obrigada, <a href='https://vozes.pt/members-2/monica-alves-escritora/' rel="nofollow ugc">@monica-alves-escritora</a>. Precisamos parar para pensar! </span>
				</div>
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</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/monica-alves-escritora/">Mônica Alves Escritora</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Comece observando como as relações hierárquicas funcionam, considerando a ‘lei do mais fraco’ em relação ao mais forte e vice-versa.

Agora me diga: é mais fácil atender ao pedido de um filho quando ele faz birra ou quando age de forma carinhosa? Da mesma forma, é mais provável que seu marido atenda às suas necessidades quando você cria um conflito ou quando age com gentileza e afeição?

Então, por que normalmente escolhemos o caminho mais difícil e traumático?

Nós, mulheres, muitas vezes, ao usarmos a força, não conseguimos ir muito longe. A própria história nos mostra isso. Quando as mulheres usaram a força na luta pelo direito ao voto, por exemplo, os avanços foram lentos. Esse direito veio de forma natural, e eu posso provar:

O movimento sufragista começou em 1848 nos Estados Unidos, com a Convenção de Seneca Falls, e ganhou força no Reino Unido. Por décadas (70 anos), essas mulheres enfrentaram resistência, sem conquistas significativas até a Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Durante a guerra, ao assumirem trabalhos tradicionalmente masculinos devido à ausência dos homens, elas evidenciaram sua capacidade e importância social.

Apesar das ações radicais de grupos como a União Social e Política das Mulheres (WSPU) no Reino Unido, que usavam táticas violentas, como destruição de propriedades e greves de fome, os avanços foram negligenciados. A luta enfrentou estagnação, divisões internas e forte oposição política e social.

Somente após a guerra, ao reconhecerem o papel essencial das mulheres, os governos começaram a conceder o direito ao voto. No Reino Unido, as mulheres conquistaram o sufrágio parcial em 1918, e nos EUA, em 1920.

Vivi algo semelhante em parte. Quando jovem, tinha meus sonhos, que incluíam gerenciar uma empresa. No entanto, ao me apaixonar, casar e ser mãe, as minhas decisões me conduziram inicialmente a um rumo oposto a este sonho.

No início da carreira, minha tia e eu montamos uma confecção de roupas femininas. Era um empreendimento de bairro, com amigas e conhecidas como clientes. Apesar de simples, eu me sentia satisfeita.

Meu esposo, na época, concordava com minha atividade, mas não passava disso. Ele, como alguns homens cuidadosos, me protegia e não permitia que eu lidasse com muitas pessoas desconhecidas, algo que ele fazia diariamente em seu próprio negócio. Ainda bem que as coisas aconteceram como aconteceram.

Eu, com minha confecção, e ele, com seu recente empreendimento, uma agência de comunicação e publicidade, seguíamos nossas vidas. Com o tempo, a agência dele cresceu, e fui chamada para ajudá-lo. Assim o fiz, mesmo amando minha pequena empreitada. Anos depois, me vi gerenciando uma equipe de designers e programadores em nossa atual agência de marketing. Quando os outros gerentes não deram conta, tive que assumir o posto, e assim exerço essa função até hoje, com o apoio do CEO que me ama… rsrs.

Meu sonho de juventude se realizou da forma mais segura que uma mulher pode desejar. Conheço mulheres que estão na selva do empreendedorismo sem amparo. Assim como os efeitos do tabaco foram detectados apenas quando os grandes problemas surgiram, acredito que ainda estamos vivendo para descobrir os danos de certos estilos de vida. Já ouço murmúrios de mulheres que acham que não vale a pena certas escolhas, enquanto outras já estão clamando por socorro. E assim a vida segue.

Cresci ouvindo uma das frases mais significativas da minha vida, dita por meu saudoso pai: “A mulher faz o homem”.

Acredito que você pode alcançar tudo o que deseja sem exercer força. Deixe o peso para os homens. Afinal, você perceberá que o caminho sem danos para nós, mulheres, não envolve força. Com a peculiar habilidade que possuímos, usando nossos melhores atributos teremos sim, validação, conquistas, avanços sem prejuízos ou lutas desnecessárias. Muitas vezes, o que queremos já está prestes a acontecer sem nossa interferência, e o que fazemos por conta própria só atrapalha, como aconteceu com as sufragistas.

Se você acha que uma amiga impetuosa precisa ouvir essa história, compartilhe com ela!

— @monica.alves.escritora</span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/monica-alves-escritora/media/68/">
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/181/#acomment-190</link>
				<pubDate>Fri, 20 Dec 2024 13:24:11 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">
					<span><a href='https://vozes.pt/members-2/monica-alves-escritora/' rel="nofollow ugc">@monica-alves-escritora</a> que texto intrigante! Confesso que nunca fui a fundo nessa palavra e estou mexida por dentro pelo seu texto. Eu quero pesquisar mais sobre isso! Vou voltar aqui. Obrigada pela sua voz! </span>
				</div>
<ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-0 rtm-activity-mixed-list"></ul>
</div>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/monica-alves-escritora/">Mônica Alves Escritora</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Ação de decompor ou deteriorar; putrefação. Estes são alguns dos significados atribuídos à palavra corrupção.

Lendo a carta aos Gálatas, encontrei um texto bastante significativo do Apóstolo Paulo, que diz:

“O que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção” (Gl 6:7-8).

Em grande parte dos escritos bíblicos, corrupção está associada à deterioração e à putrefação do corpo físico.

Por exemplo, quando lemos: “Mas aquele a quem Deus ressuscitou nenhuma corrupção viu” (Atos 13:37), o texto se refere a Jesus, cujo corpo não sofreu qualquer degeneração enquanto estava morto.

Também no mesmo capítulo, foi dito que Davi morreu e viu a corrupção:

“Porque, na verdade, tendo Davi servido à sua própria geração, conforme o desígnio de Deus, adormeceu, foi para junto de seus pais e viu a corrupção” (Atos 13:36).

Em ambos os textos, corrupção refere-se à deterioração do corpo físico e não aos outros significados associados à palavra, como: ação ou resultado de subornar uma ou mais pessoas em benefício próprio; suborno.

Depois de morto, Davi subornaria ou seria envolvido em suborno? Certamente não.

Outro texto relacionado ao mesmo tema afirma:
“Pelas quais ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas vos torneis participantes da natureza divina, tendo escapado da corrupção que pela concupiscência há no mundo” (2 Pedro 1:3-4).

Pedro aqui resume que escapamos dessa degradação corporal.

Mas, se já nos foi dado esse escape, por que ainda envelhecemos e morremos?

A resposta está no fato de que ainda pecamos.

O apóstolo Paulo escreveu: “O aguilhão da morte é o pecado” (1 Coríntios 15:56), e esse será banido quando Jesus voltar. Nesse momento, seremos transformados em um corpo incorruptível.

Qual é, então, o propósito desta reflexão sobre corrupção e incorruptibilidade?

Se entendemos que a vida já nos foi dada e, com ela, o desprendimento do pecado, compreendemos também que a degeneração do nosso corpo deve ser mais lenta, como reflexo de uma vida em constante abstenção do pecado.

De fato, ainda enfrentaremos a morte, mas viveremos de forma mais saudável e vibrante do que aqueles que desconhecem essas verdades.

@monica.alves.escritora</span>
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				<title>Cris Ruiz publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/168/#acomment-173</link>
				<pubDate>Sat, 07 Dec 2024 08:37:34 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">@monica-alves-escritora Ao lê-lo, penso nas inquietações que carreguei como mãe quando minhas filhas eram adolescentes. Porém, vejo como Deus foi fiel em sua mise&#8230;</div>
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</div>
<p><span class="activity-read-more" id="activity-read-more-173"><a href="https://vozes.pt/activity-2/p/168/#acomment-173" rel="nofollow ugc">Ler mais</a></span></p>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/monica-alves-escritora/">Mônica Alves Escritora</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Como eu queria que as jovens meninas respeitassem os limites naturais do seu corpo e alma. Que não avançassem precocemente numa relação íntima. Que tivessem as etapas da vida consideradas. Isso as pouparia de grandes conflitos internos futuros e variados distúrbios afetivos.

Como eu queria que as mulheres tivessem sim direitos iguais, mas não usassem dessa conquista para se tornarem tão masculinas. Vestindo-se, falando e competindo como os homens. Seguindo seu próprio caminho como se a opinião deles não valesse mais nada.

Como eu queria que cada mulher que sonha com sua posição na sociedade ou no mercado de trabalho pudesse alcançá-la. Mas, que quando também tivessem família, entendessem que o “fruto do ventre é o seu galardão”. Que uma criança deve ser cuidada e protegida pela própria mãe.

Como eu queria poder dizer, no todo, que estamos melhores hoje do que antigamente. Mas, olho de lado e vejo tantas mulheres sobrecarregadas com tarefas infinitas por serem pai e mãe ao mesmo tempo, idosas assumindo os papéis que deveriam ser dos seus filhos, mulheres perdendo sua feminilidade, meninas sem identidade, querendo não ser mais mulher, terapia, terapia e mais terapia.

Como eu queria que as mulheres se voltassem para Deus. Entendessem que nunca será pela sua própria força. Que só Ele pode equilibrar o que está tão desajustado e trazer alívio aos nossos corações.

@monica.alves.escritora </span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/monica-alves-escritora/media/35/">
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				<title>Camila Coutinho publicou um novo comentário na actividade</title>
				<link>https://vozes.pt/activity-2/p/168/#acomment-169</link>
				<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 14:37:01 +0000</pubDate>

									<content:encoded><![CDATA[<div class="rtmedia-activity-container">
<div class="rtmedia-activity-text">@monica-alves-escritora que texto lindo. Eu tenho uma filha adolescente e penso tanto nas suas questões colocadas. Eu tive uma segunda chance, o privilégio de conhecer a&#8230;</div>
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</div>
<p><span class="activity-read-more" id="activity-read-more-169"><a href="https://vozes.pt/activity-2/p/168/#acomment-169" rel="nofollow ugc">Ler mais</a></span></p>
				<strong>Em resposta a</strong> -
				<a href="https://vozes.pt/members-2/monica-alves-escritora/">Mônica Alves Escritora</a> publicou uma actualização <div class="rtmedia-activity-container"><div class="rtmedia-activity-text">
					<span>Como eu queria que as jovens meninas respeitassem os limites naturais do seu corpo e alma. Que não avançassem precocemente numa relação íntima. Que tivessem as etapas da vida consideradas. Isso as pouparia de grandes conflitos internos futuros e variados distúrbios afetivos.

Como eu queria que as mulheres tivessem sim direitos iguais, mas não usassem dessa conquista para se tornarem tão masculinas. Vestindo-se, falando e competindo como os homens. Seguindo seu próprio caminho como se a opinião deles não valesse mais nada.

Como eu queria que cada mulher que sonha com sua posição na sociedade ou no mercado de trabalho pudesse alcançá-la. Mas, que quando também tivessem família, entendessem que o “fruto do ventre é o seu galardão”. Que uma criança deve ser cuidada e protegida pela própria mãe.

Como eu queria poder dizer, no todo, que estamos melhores hoje do que antigamente. Mas, olho de lado e vejo tantas mulheres sobrecarregadas com tarefas infinitas por serem pai e mãe ao mesmo tempo, idosas assumindo os papéis que deveriam ser dos seus filhos, mulheres perdendo sua feminilidade, meninas sem identidade, querendo não ser mais mulher, terapia, terapia e mais terapia.

Como eu queria que as mulheres se voltassem para Deus. Entendessem que nunca será pela sua própria força. Que só Ele pode equilibrar o que está tão desajustado e trazer alívio aos nossos corações.

@monica.alves.escritora </span>
				</div><ul class="rtmedia-list rtm-activity-media-list rtmedia-activity-media-length-1 rtm-activity-photo-list"><li class="rtmedia-list-item media-type-photo"><a href="https://vozes.pt/members-2/monica-alves-escritora/media/35/">
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